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    Compactados auto-extratores com bash script e tar

    by linuxdicas (01/12/2007 - 19:50)

    Compactados auto-extratores com bash script e tar

    Colaboração: Marcelo Criscuolo

    Recentemente me deparei com o problema de criar um arquivo compactado que fosse capaz de se "auto-descompactar" e realizar algumas outras "tarefinhas burocráticas". Lembrei-me então que o instalador do J2SDK da Sun para Linux é um shell script e resolvi descobrir como ele era feito. A solução é bem elegante e simples de ser implementada, trata-se de criar um arquivo composto por um shell script no início e o arquivo compactado (binário) no final.

    Suponhamos que você deseja compactar todo o diretório basedados que contém scripts SQL e enviá-lo para alguém de maneira que seja necessário apenas um comando como ./atualizar-base.sh para o arquivo seja descompactado e a base seja atualizada com base nos arquivos contidos no diretório.

    Para começar, o velho tar resolve a primeira parte do problema:

     tar cvzf basedados.tar.gz basedados/`` 

     

    Agora precisamos do script que vai fazer o "trabalho sujo", o atualizar-base-codigo.sh:

     #!/bin/bash # extraindo o arquivo tail -n +XX $0 > basedados.tar.gz # linha IMPORTANTE # Descompactando o arquivo extraído tar xzf basedados.tar.gz # Arquivo descompactado, hora de rodar os scripts for i in basedados/*; do echo "Rodando o script $i" # Aqui você poderia rodar os scripts. Por exemplo, # se a base da dados fosse Postgres você poderia # fazer: psql -U usuario base -c "i $i" , para # rodar todos os scripts do diretório done exit 0 # outra linha IMPORTANTE 

     

    É hora de fazer o nosso trabalho sujo agora:

    Vamos contar as linhas do arquivo:

     wc -l atualizar-base-codigo.sh`` 

     

    Preste atenção às linhas marcadas com IMPORTANTE.

    Nesse caso o wc retorna 18, re-edite o arquivo e substitua o XX da primeira linha marcada como importante por 19 (18+1), salve o arquivo sem adicionar mais nenhuma linha. Vamos juntar tudo agora:

     cat atualizar-base-codigo.sh basedados.tar.gz > atualizar-base.sh`` 

     

    Pronto! Concatenamos um arquivo texto e um binário!

    O tail extrai as linhas finais de um arquivo, mas quando o número de linhas é precedido pelo sinal + ele extrai todo o final do arquivo, daquela linha em diante (veja man tail), é esse o papel do -n +19.

    No nosso exemplo, o tail vai extrair o final do próprio shell script (a variável $0 é expandida para o nome do arquivo atual) a partir da linha 19, que corresponde ao arquivo basedados.tar.gz contenado a ele anteriormente.

    Por o último, o > basedados.tar.gz é responsável por escrever a saída do tail num arquivo ao invés de escrever na tela.

    O arquivo é descompactado com o tar na linha seguinte e o seu conteúdo é processado pelo for.

    Finalmente, na segunda linha marcada com IMPORTANTE, tem-se o exit 0; esse comando serve para dizer ao bash que pare de interpretar o script antes de atingir os dados binários.

    Um aviso importante: não edite mais o arquivo gerado pelo cat pois se o editor colocar um EOF no final o seu arquivo compactado será corrompido. É por isso que se usa o arquivo atualizar-base-codigo.sh para fazer a edição.

    Outra coisa legal que dá pra fazer com isso é gerar patches auto-aplicáveis. Ao invés de concatenar o arquivo com um compactado você concatena com a saída do diff (o patch). Neste caso o exit 0 também é essencial, pela mesma razão citada anteriormente, mas agora o arquivo gerado pode ser editado, já que um EOF a mais ou a menos não faz diferença para o patch. ;-)




    Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20050916.html

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    No começo havia a Microsoft. Então ela explodiu...

    by linuxdicas (30/11/2007 - 14:27)

    No começo havia a Microsoft. Então ela explodiu...

    Por Charlie Demerjian

    http://www.theinquirer.net/?article=13350

    Traduzido por: Fernanda Weiden, Marlon Dutra

    Algumas vezes, acontece uma grande mudança na indústria. Essas mudanças geralmente não são notadas até que passe um bom tempo do acontecido, olhando para trás e falando: Olha, as coisas estão diferentes do que foram.

    Nós estamos passando nesse momento pela maior de todas as mudanças da indústria de TI, e se você souber onde olhar, poderá vê-la enquanto acontece. Esta mudança toda gira em torno da Microsoft e o código aberto.

    Até pouco tempo atrás, a Microsoft dominava o mercado de computadores pessoais, do topo à base dessa cadeia alimentar. A parte inferior da base foi ocupada pela Palm, e a parte superior do topo pela Sun, IBM e outros. E o vasto meio era a Microsoft e somente a Microsoft.

    Todos que desafiaram este monopólio foram comprados, trapaceados, ou esmagados por truques sujos da competição cruel, ou em raros casos, por um produto melhor. A lista de fracassados consumiria mais colunas do que uma pessoa seria capaz de ler em um ano.

    Netscape, Stac, Worldperfect, Novell, e outros dentre as baixas mais notáveis. Aqueles que tecnicamente sobreviveram são fantasmas do que foram.

    Foi só a imprensa divulgar a inabilidade de qualquer pessoa para desafiar demônio de Redmond, que ele está perdendo o controle. Como qualquer companhia a beira de uma gigantesca perda de mercado, a Microsoft está agindo conforme o esperado, fingindo que nada está acontecendo, e colocando um sorriso no rosto quando questionada sobre seus prospectos. Por dentro, a Microsoft está temendo o inferno.

    Uma das mais ricas companhias do planeta, administrada por uma das pessoas mais ricas do planeta com medo? O que isso pode significar?

    Morta, enforcada e esquartejada

    Para se ter uma idéia, a Microsoft tem procurado agir cada vez melhor. Sempre que os analistas financeiros estabelecem um ganho trimestral, a Microsoft coloca alguns centavos a mais por ação debaixo do seu chapéu e bate estes ganhos. O bando de cachorros e vermes que são conhecidos como Wall Street ficam boqueabertos, e aplaudem sem entusiasmo. E isso sempre acontece, incluindo as surpresas dos analistas.

    O modo como eles fazem isso não é segredo pra ninguém. Nos seus dois maiores produtos, sua margem de lucro é de mais de oitenta porcento. O restante dos produtos, que vão desde os computadores de mão ao portal MSN e o Xbox dão grandes prejuízos. Suas finanças são tão obscuras e mal apresentadas, que eles podem repassar dinheiro de um lado para outro na companhia sem que ninguém perceba. Eles podem ganhar tanto dinheiro em um trimestre? Aplicando dinheiro em investimentos fechados, ou aceitando algumas perdas. Não mostrando os números? Levantando fundos a partir de alguns bens e assim fazendo lucro.

    Sobretudo, eles conseguiram mostrar uma curva suave em seus ganhos, e se superar a cada relatório trimestral. Um monopólio e um custo quase zero para fazer o seu produto físico (reprodução de mídias) além de pesquisa e desenvolvimento tem suas vantagens.

    As corporações clamam pelo Linux

    Há mais ou menos um ano atrás, as coisas começaram a mudar. Os clamores de que o Linux iria derrubar a Microsoft continuam, mas a resposta a esses clamores mudaram. Executivos começaram a dizer "Fale-me sobre isso". Em tempos de vacas magras, grátis é muito mais barato que centenas de dólares, e infinitamente mais atraente. O Linux começou a ganhar espaço com consumidores que poderiam pagar por ele, usando-o para um trabalho real no mundo real.

    Até então, a Microsoft vinha simplesmente ignorando a ameaça tuxista. Então eles começaram a reagir com terrorismo, memorandos Halloween, muitos relatórios e estudos pagos e mal elaborados. De alguma maneira, as pessoas não engoliram a estória de que US$ 1.000 seriam mais baratos do que grátis. Então a Microsoft teve que mudar sua tática. Já que ela não pôde comprar a companhia que produzia o Linux, já que a GPL proteje da velha tática usada pela Microsoft para derrubar a concorrência, e o ódio das pessoas por ela vinha crescendo por todas as dores que eles vinham causando durante todos estes anos, a empresa se viu em uma sinuca de bico. Como você pode competir quando todos os seus truques sujos são ou inaplicáveis ou falhos, e quando montanhas de dinheiro não podem ser usadas para tomar o lugar da concorrência? Simples, você compete por seus méritos.

    Quando na história, além de nos últimos seis meses, a Microsoft baixou preços ou deu algo que não fosse seus triviais descontos em qualquer coisa? Sim, certo, nunca! Frente à perda do mercado de home office para o OpenOffice/StarOffice, o mercado de servidores para o Linux, de bancos de dados para o MySQL, e o de desktops também para o Linux em um futuro não muito distante, o que eles poderiam fazer? Eles planejaram cortes nos preços de seus produtos mais significativos e em segmentos-chave.

    O primeiros desses cortes visou a MySQL, com a Developer Edition do SQL Server, cortando em torno de 80 porcento. Então eles começaram a investir pesado para prevenir que grandes empresas dessem ao Linux uma porta de entrada.

    Eles apareceram com uma versão educacional para o Office. Dica para os leitores, se você não quiser pagar US$ 500 pelo Office, com a nova versão, você não precisa provar que é um estudante ou professor para ganhar um desconto, como era feito na versão anterior. Bem, nenhuma dessas táticas está funcionando como esperado, e uma das razões para isso é o falho sistema de ativação de produto como forma de ganhar dinheiro. Sem começar com o velho debate sobre o custo de software pirata, é difícil de argumentar contra o fato de que até mesmo com os números que eles publicam sobre a pirataria, a Microsoft continua deixando claro seus bilhões de dólares por trimestre, ou mais. Se não fosse pela pirataria, os filhos de Gates (os 1.0 e 2.0 da vida) poderiam ser enviadas para uma boa escola. Chore por eles. Em sua inteligência, a Microsoft decidiu espremer um pouquinho seus usuários, e para seu pavor, eles começaram a perceber que as pessoas estavam mais dispostas a aceitar a pequena diferença nas funcionalidades do OpenOffice do que pagar US$ 500 pelo MS Office. Quem adivinharia isso? Foi um tiro no pé.

    A próxima estratégia campeã foi fechar o cerco e trancar as pessoas. Se você prevenir outros programas de trabalhar com o seu software, e fazer o seu trabalho suficientemente barato, as pessoas vão se acorrentar nisso, certo? Bem, em certo ponto, no mínimo até você ser odiado, ou as pessoas terem uma alternativa.

    Com a licença 6.0, a nova "alugue de acordo com seu uso, mas faça isso com nosso concentimento" foi a gota d'água. Quando eles propuseram este esquema, as pessoas deram gargalhadas. Quando a Microsoft disse faça isso ou pague o preço de varejo, as pessoas piscaram, e alguns choraram e lamentaram o monopólio. Foi então que as pessoas começaram a levar o Linux a sério.

    Migrações, migrações

    Quando a Microsoft anunciou a data limite para o licenciamento 6.0, as pessoas se recusaram. A adoção foi menor que 100% como eles previam, eles piscaram e extenderam a dara limite, que acabou não sendo extendida. As pessoas continuaram se negando a aderir ao plano, então a Microsoft mexeu os pauzinhos e...hmm...piscou de novo. Uma vez que as pessoas não enxergaram os benefícios que justificassem 100% de aumento nos preços, e a Microsoft estava parecendo cada vez mais fraca com cada atraso, ela parou de atrasar. Qualquer pessoa em sã consciência veria que eles iriam perder um terço de seus consumidores e com o tempo seria um desastre absoluto.

    A Microsoft percebeu isso como um sinal de que as pessoas não entenderam verdadeiramente a generosidade vinda de Redmond, então ela adoçou o pote de migalhas para os relutantes. Isso incluiu treinamentos e outras coisas, mas não queda de preços. Esta seria a via sacra que nunca seria completada. Por pouco, as pessoas continuaram não voltando, e os grandes clientes começaram a abandonar o barco. O que fazer? O que fazer?

    A resposta foi encarar as migrações com descontos pesados. O negócio é fazer qualquer coisa para atingir os objetivos. Quando a Microsoft diz qualquer coisa, certamente algumas dessas coisas nós jamais imaginaríamos.

    A coisa mais estranha é que nem mesmo isso funcionou. As pessoas calcularam. Com o software fechado e caro em uma mão, e o mais barato e integrável na outra mão, eles começaram a optar pela via mais barata. Imagine isto, as migrações das grandes empresas cada vez mais frequentes, e Redmond estava quase sem cartas na manga.

    Algumas migrações foram evitadas, como a do governo da Tailândia, que paga US$ 36 por um Office e o Windows XP vem com 95% de desconto em relação à tabela. É possível que outras negociações desse tipo tenham acontecido sem que nós ficássemos sabendo. Para cada vitória desse tipo pela Microsoft, o Linux teve duas ou três. Senão quatro ou cinco. Isso não é nem contestável. Migrações de alto nível, como cidades, governos, e, a IBM, estão simplesmente no topo no iceberg, e quase todo mundo está observando os pioneiros para ve se o caminho que eles estão seguindo tem futuro.

    Se estas poucas pioneiras tiverem êxito, espere o portão se abrir e todo mundo ir atrás. As falhas de segurança no design, que fazem o software da Microsoft insegura, estão somente somando para a miséria. Cada dia que uma companhia vai abaixo por culpa de um worm ou vírus, ela começa a reavaliar o software da Microsoft. Quando forem renovar os contratos, a lembrança de noites inteiras em claro tende a pesar muito nas mentes de muitos executivos.

    Os números do último balanço trimestral mostraram algo inédito os desgostosos números da Microsoft. Eles culparam grandes corporações que estavam vulneráveis ao worm Blaster. Mas se você parar pra pensar, a maioria das empresas estão no licenciamento 6.0 ou outro contrato de longa data, então o faturamento vindo deles estava garantido. Pessoas que vão comprar software da Microsoft estarão sujeitas a isso. Quem pulou fora, pulou. Uma grande empresa não vai adiar uma compra de software em função de uma falha de segurança, eles terão suas licenças perdidas ou eles comprarão o software como planejado e sentarão em cima dele, se necessário. Alguma coisa não cheira bem com essa explicação.

    Se a Microsoft não puder aparecer com outra surpresa, algo está muito errado. Agora é a hora deles irem pra rua, ou a ilusão vai acabar, e isso tem um efeito negativo no preço das suas ações. Se a Microsoft não cumpriu as metas desse trimestre, ela mostra ou que não foi capaz, ou decidiu consciente por não cumprir.

    A festa está acabando

    Se a Microsoft não puder bater os números, isso mostra que a festa está acabando, os clientes-chave estão pegando pesado, e a Microsoft está se rendendo. Sem os bilhões de dólares para perder em produtos como Xbox e MSN, eles podem sobreviver? Se eles não puderem, isso tornaria a Microsoft uma empresa financeiramente saudável, mas ela continuaria sendo a Microsoft? Ela seria capaz de oferecer uma solução completa ponta-a-ponta sendo ela incapaz de controlar a internet? Seria ela capaz de brigar pelo mercado de telefonia sem poder correr o risco de sair com um prejuízo na casa dos nove dígitos? Quanto tempo demorará para que o negócio do set up boxes (Xbox e outros produtos) começarem a dar dinheiro?

    A parte mais complicada da história começaria caso a Microsoft resolvesse explicar o que realmente está acontecendo. Quando falamos em números, a Wall Street é o parquinho de diversões da Microsoft. As ações são absurdamente supervalorizadas e, em compensação, o mercado espera algumas coisa em troca. Quando estas coisas param de acontecer, as ações se desvalorizam muito. E, quando isso acontece, os acionistas e todo o resto do mundo começam a perguntar todas aquelas sórdidas questões que os executivos não querem responder. Se o preço das ações implode, aquelas stock options (compra de ações pelos funcionários, por um preço abaixo do mercado) que a Microsoft famosa por oferecer aos funcionários como um incentivo, se tornam muito mais caras e menos atrativas e a moral rola escada abaixo. Resumindo: as coisas ficam bem feias.

    Para a Microsoft, mudar ativamente a companhia nesse sentido indicaria nada mais nada menos do que uma mudança na maré, o que causaria muito sofrimento. Eu não vejo ninguém fazer algo deste tipo propositadamente a menos que não haja outra saída. Uma maneira muito mais inteligente seria mudar o curso lentamente em alguns anos e mudar a companhia lentamente. Desta maneira, você pode ir preparando os analistas tolos, e escapar relativamente intacto.

    Se eu tivesse que supor, eu diria que a competição está começando a forçar a Microsoft a uma guerra de preços, e qualquer besta sabe que uma guerra de preços contra algo gratuito não é uma boa. Não acreditam em mim? Vá perguntar à Netscape. Um dia é do caçador, outro da caça. Mas as guerras de preço são destrutivas, e afundarão a Microsoft mais rapidamente do que você demora dizer "US$50 bilhões no banco". A Microsoft pode ter recursos para cortar preços, mas uma hora esses descontos de US$10 milhões começarão a pesar no bolso. E isso passará a não funcionar quando todos conhecerem a simples verdade sobre o Linux.

    A verdade é que se você está negociando com a Microsoft e sacar uma caixa da Suse ou RedHat, os preços cairão 25 porcento abaixo do melhor acordo que você poderia negociar. Saque um ROI (return of investiment, estudo de retorno de envestimento) e o preço cai em mais 25 porcento milagrosamente. Quer mais? Diga para a Microsoft que a fase piloto dos experimentos foram expetaculares, e que o Java Desktop da Sun parece espetacular no Gnome adaptado para a sua empresa, e os custos de treinamento foram quase zero.

    Hoje em dia, não é difícil passar a perna na Microsoft, conseguindo descontos cada vez maiores. Ser um representante da Microsoft deve ser um trabalho difícil. Independente disso, as pessoas continuam abandonando o barco.

    Computação confiável

    O problema é que, pesquisas questionáveis a parte, a Microsoft simplesmente não é confiável. E essa idéia está se espalhando entre os executivos. Microsoft tem o hábito de prometer coisas para os usuários, mas não entregar.

    A segurança é um bom exemplo. Há alguns anos atrás, a Microsoft prometeu parar de codar o XP para fazer uma completa auditoria de segurança e reciclar seus profissionais. E eles disseram: tudo será melhor depois disso, acreditem em nós. As pessoas acreditaram. Blaster, Nashia, e uma montanha de gente viram que a Microsoft não fez nenhum esforço nesse sentido.

    Então, porque sair de Redmond atualmente? Ar quente e os vídeos de dança do Ballmer feitos em Mac's. É engraçado ver um homem-macaco, mas passar uma noite ouvindo ele aos gritos, perde o encanto. Lembra do mesmo Ballmer dizendo que a Microsoft não liberaria uma release do Win2k até que tudo estivesse perfeito? E sobre aquela auditoria de segurança que seria feita no XP que acabaria com a possibilidade de qualquer coisa estilo o Blaster de acontecer? Alguém acha que as massas correrão para as lojas no próximo lançamento? A verdade é que isso vai acontecer, e a Microsoft sabe disso.

    A frase "isso será consertado em seis meses, confie em nós" parece ter um poder mágico quando vinda da Microsoft. O tempo todo alguém grande aparece com uma lista de reclamações sobre a Microsoft, ela anuncia uma iniciativa, aparece com uma maravilhosa apresentação em Powerpoint, mostra uma dúzia de notícias divulgadas na imprensa, um discurso gravado do Gates, e mais um monte de coisas brilhantes para distrair as pessoas.

    O fato é que a segurança tem ficado pior desde o lançamento do Windows 95, a cada ano. Péssima reputação, não acha? O fato é que também, pela primeira vez, a receita da Microsoft está apertada, ela tem competição, e a opinião pública a culpa pelos prejuízos causados pelas falhas de segurança.

    De qualquer maneira, a cultura da Microsoft previne mudanças. Eu estava falando com uma pessoa de alto nível de segurança no último Intel Developer Forum, e nós conversamos sobre o que a Microsoft poderia fazer para arrumar a casa. Ele fez as perguntas certas, e eu dei a ele as respostas certas. E mais, eu disse, jogue tudo o que você tem fora e comece denovo. Ele não faria isso. Sem mais nem menos ele se fechou para o eu estava dizendo, a cultura estava tão impregnada nele que a verdade não conseguia entrar. A Microsoft não pode corrigir os bugs que conduzem aos problemas de segurança, porque eles não são bugs, são escolhas do projeto. Quando ameaçada pelo Java, a Microsoft reagiu com o ActiveX. E disse que ele podia fazer tudo o que o Java não era capaz porque o Java estava em uma sandbox e os programas não conseguiam sair dela.

    O fato é que esta infraestrutura interna da Microsoft é baseada fundamentalmente em um arquitetura falha, não em código bugado. Este arquitetura não pode ser modificada.

    Para mudar isso, a Microsoft teria que jogar fora todas as API's existentes e acabar com a compatibilidade com as versões anteriores. Se a Microsoft fizer isso, ela tem uma chance de corrigir o design que atrapalham a arrumação do produto.

    Eu duvido. Mesmo o .NET, a nova infraestrutura de segurança, e construído para ser seguro, deixa você ter acesso à moda antiga. Sim, você não tinha suposto isso, mas algumas pessoas de certo modo sim, e os hackers também. A Microsoft e seus clientes são viciados em compatibilidade retrógrada como um tolo viciado em heroína.

    E se a Microsoft mudasse, isso incentivaria você a aderir a Microsoft? Se você tivesse começando a fazer uma aplicação do zero nessa novidade, o ambiente seguro da Microsoft, você pagará centenas ou até milhares de dólares para ir pelo caminho da Microsoft ou US$ 0 para ir com o Linux?

    Começando do começo

    Recomeçar anularia uma vantagem que a Microsoft tem, que é um código pronto e uma equipe treinada. Características da migração e reciclagem estão na maioria dos documentos internos da Microsoft, e se ela tiver que jogar tudo isso longe, quais são as chances dela?

    Às claras ela não fará e não pode fazer, a Microsoft sentará lá, e assistirá o seu mercado se perder. Isto está acontecendo lentamente no começo, mas a bola de neve está rolando. Algumas pessoas estão olhando monte acima e esta grande notícia está correndo solta, e alguns estão claramente mudando seu rumo.

    A grande mudança da indústria está acontecendo, e nós estamos no ponto crucial. Olhe atentamente para as pessoas, e leia atentamente todas as notícias. Se você conseguir enxergar o grande quadro atual, esta é uma mudança que não vai te impressionar quando olhar pra trás.




    Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20040215.html

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    A Reconstrução da Torre de Babel

    by linuxdicas (29/11/2007 - 03:38)

    A Reconstrução da Torre de Babel

    Colaboração: Rubens Queiroz de Almeida

    A mensagem de hoje circulou originalmente na revista de Informação e Tecnologia do Centro de Computação da Unicamp. A mensagem aborda a questão do aprendizado da língua inglesa com fins de leitura e fornece algumas dicas muito boas e mostra que o inglês não é tão difícil de se dominar como muitos pensam.

    A mensagem é um tanto longa, mas se você precisa da língua inglesa para desempenhar a sua profissão, garanto-lhe que vai valer a pena.

    O documento original encontra-se em http://www.revista.unicamp.br/navegacao/index4.html

    Enfim, se o assunto lhe interessa, boa leitura!


    Diz a Bíblia que muitos anos atrás todos os habitantes da Terra se uniram para construir uma torre que chegasse até o céu, para tornar seu nome célebre e impedir que fossem espalhados pelo mundo. Para punir os homens por sua ambição demasiada, Deus confundiu sua linguagem e depois os dispersou pelo mundo.

    Ainda hoje os povos da Terra falam uma imensidão de línguas diferentes. Na Internet entretanto, apesar dos muitos povos que autilizam, existe um meio de comunicação comum. Da mesma forma que os computadores se comunicam independentemente de cor e raça, ou melhor, de fabricante e protocolo de comunicação, também os internautas possuem uma linguagem comum: a língua inglesa. Será a Internet uma nova Torre de Babel, construída para reunificar eletronicamente os habitantes deste lindo mundo azul?

    É claro que nem todos que utilizam a Internet compreendem a língua inglesa. Porém mais de 80% dos documentos e das comunicações feitas através da Internet encontram-se em inglês. Apenas 0,7 % do oceano de informação que é a Internet está em português. É perfeitamente possível usar a Internet e se divertir muito navegando apenas por sites escritos em português. Fazer isto entretanto é o equivalente a ir à praia, não entrar na água e ficar se molhando com um baldinho de água que alguém encher para você. O que fazer? Aprender inglês é difícil e demora muitos anos. Como então adquirir o domínio desta ferramenta tão essencial à utilização plena da Internet? Realmente, para se ler, falar, escrever e ouvir com fluência a língua inglesa são necessários de seis a oito anos de estudo constante. Para que aprender tanta coisa se o mais importante é apenas ler? É muito mais fácil dominar um dos aspectos de um idioma (leitura) do que todos os quatro simultaneamente (ler, ouvir, falar e escrever). A Internet possui muito conteúdo interativo, onde a capacidade de se falar e escrever bem a língua inglesa certamente é uma grande vantagem, mas o mais importante certamente é saber ler. Ler para utilizar a informação existente na Internet para aprender, resolver problemas pessoais ou profissionais, se divertir, enfim, para uma infinidade de propósitos.

    Como aprender a ler? É raro encontrar um curso de inglês onde se ensine o aluno apenas a ler. Só vendem o pacote completo, o que é totalmente insensato. Se precisamos investir vários anos para dominar o idioma em todos os seus aspectos, aprender a ler certamente demora muito menos. Em apenas quatro meses é possível obter uma compreensão razoável do idioma que nos permite começar a compreender textos em inglês.

    Mas porque a leitura é mais fácil de se dominar? A própria Internet nos dá a resposta. Em um estudo realizado em 1997, realizamos um trabalho para determinar as palavras mais comuns da língua inglesa e seu percentual de ocorrência. Para este estudo utilizamos os livros online do Projeto Gutemberg. Este projeto, integrado por voluntários, tem por objetivo digitalizar obras de literatura cujos direitos autorais tenham se expirado. Nos Estados Unidos uma obra é colocada no domínio público 60 anos após a morte do autor. Obras de autores como Jane Austen, Conan Doyle, Edgar Rice Burroughs, e muitos outros estão disponíveis gratuitamente na Internet. De posse destes livros, 1600 ao todo na época da pesquisa, fizemos então nossos cálculos. Os 1600 livros combinados geraram um arquivo de 680 MB contendo aproximadamente sete milhões de palavras. Os resultados foram bastante surpreendentes. As 250 palavras mais comuns compõem cerca de 60% de qualquer texto. Em outras palavras, se você conhece as 250 palavras mais comuns, 60% de qualquer texto em inglês é composto de palavras familiares. Para facilitar ainda mais a nossa tarefa os cognatos, que são as palavras parecidas em ambos os idiomas (possible e possível, por exemplo), totalizam entre 20 e 25% do total das palavras. Aí já temos então 80 a 85% do problema de vocabulário resolvido. Se subirmos o número de palavras mais comuns a 1.000, chegamos a 70%. Somando a este valor os cognatos chegamos a valores entre 90 a 95% de um texto.

    É claro que 90 ou 95% ainda não chega a 100%. Como fazer com o restante das palavras? Mais uma vez, usamos nossa intuição (lembra-se que nossa intuição está correta em 99,999% das vezes?). Pensemos em nosso texto como um enigma a ser desvendado. Possuímos alguns elementos familiares, as palavras que conhecemos, e outros que nos são desconhecidos. Devemos deduzir, por meio de nossa intuição, de nossos conhecimentos anteriores, o que as palavras desconhecidas podem significar. Não precisamos nos preocupar com todas as palavras, apenas com aquelas que desempenhem um papel importante no texto. Quais são elas? Se uma palavra aparece com relativa frequência em um texto, ela certamente desempenha um papel importante na compreensão do todo. Se uma palavra aparece apenas uma vez, muito provavelmente não precisaremos nos preocupar com ela.

    O maior problema é que tal enfoque é encarado de forma suspeita pela maioria das pessoas. Como é possível, ignorar uma palavra desconhecida e continuar lendo como se nada houvesse acontecido? O que estamos propondo não é nada absurdo. Qual foi a última vez em que consultou um dicionário? Toda vez que encontramos uma palavra desconhecida vamos em busca do dicionário? Muito provavelmente não. O que acontece é que, como a nossa familiaridade com o português é grande, na hipótese de depararmo-nos com uma palavra desconhecida, o seu sentido, dado o contexto que a cerca, será facilmente deduzido. Isto tudo praticamente sem mesmo nos darmos conta do ocorrido. A não ser que nos proponhamos a tarefa de parar a cada vez que encontrarmos uma palavra desconhecida, a nossa leitura se dá com frequência sem interrupções. As palavras desconhecidas são intuídas, quase que subconscientemente, e passam a integrar o nosso vocabulário. Considerando-se que o vocabulário de um adulto consiste de aproximadamente 50.000 palavras, é ridículo imaginar que tal conhecimento tenha sido adquirido através de 50.000 visitas ao dicionário. Este vocabulário foi adquirido, em um processo iniciado em nossa infância, de forma contínua e através da observação do nosso ambiente, observando outras pessoas falarem, prestando atenção nas palavras utilizadas em determinadas situações e também através da leitura.

    A nossa estratégia para o domínio da língua inglesa para leitura é exatamente aquela utilizada há milhares de anos, com excelentes resultados, pela raça humana. Aprendizado natural, seguindo nossos instintos e pela interação com o ambiente que nos cerca.

    Como vimos, o domínio das palavras mais frequentes da língua inglesa, pode nos ajudar a dar um impulso substancial em nosso aprendizado. Nesta listagem as palavras não estão organizadas alfabeticamente, mesmo porque não é nosso objetivo reproduzir aqui um dicionário. Também não incluímos todos os significados possíveis das palavras apresentadas. Todas as palavras são apresentadas em contexto, em exemplos de utilização. Não fornecemos a definição da palavra. Para cada palavra são listados em média três exemplos de utilização, com a respectiva tradução.

    É muito importante ressaltar que estas palavras não devem ser memorizadas de forma alguma. O ser humano não funciona de forma semelhante ao computador, onde as informações podem ser armazenadas de qualquer forma, e ainda assim estão disponíveis em milésimos de segundos quando necessitamos. O ser humano, para reter alguma informação, precisa situá-la dentro de um referencial de conhecimentos. A informação nova precisa se integrar à nossa visão do mundo, à nossa experiência prévia. Apenas desta forma podemos esperar que o conhecimento adquirido seja duradouro. A maioria de nós certamente já vivenciou situações em que dados memorizados desapareceram de nossa memória quando não mais necessários. Ao contrário, tudo que aprendemos ativamente, permanece presente em nossa memória de forma vívida por muitos e muitos anos.

    Embora esteja sendo fornecida uma lista de palavras, não adote de forma alguma o procedimento padrão de memorização, que é a repetição intensiva dos itens a serem memorizados. É certo que cada um de nós possui estratégias distintas para lidar com o aprendizado, mas eu gostaria de sugerir uma forma de estudo que certamente funciona.

    Primeiramente, não tenha pressa. Não memorize, procure entender os exemplos. Para cada palavra apresentada, leia os exemplos e suas respectivas traduções. Não se preocupe em reter na memória o formato exato das frases e nem de sua tradução. O objetivo é apenas compreender o significado da palavra apresentada e apenas isto. Uma vez compreendido este significado o objetivo foi alcançado.

    Em segundo lugar, procure ler apenas enquanto estiver interessado. Não adianta nada ler todas as palavras de uma vez e esquecer tudo dez minutos depois. Se nos forçarmos a executar uma atividade monótona por muito tempo, depois de alguns momentos a nossa atenção se dispersa e nada do que lemos é aproveitado. Eu sugiro a leitura de dez palavras diariamente. Caso você ache que 10 palavras diárias é muito, não tem importância, este número é sua decisão. Se quiser ler apenas uma palavra, o efeito é o mesmo. Irá demorar um pouco mais, mas chegar ao final é o que importa. É só não esquecer, você deve LER as palavras e NUNCA tentar memorizar as palavras e os exemplos.

    E finalmente, faça revisão. No primeiro dia leia e entenda dez palavras (ou quantas julgar conveniente). No segundo dia leia mais dez palavras e faça a revisão das dez palavras aprendidas no dia anterior. No terceiro dia, aprenda mais dez palavras e revise as vinte palavras aprendidas nos dias anteriores. E assim por diante até o último dia, onde aprenderá as últimas dez palavras e revisará as 240 palavras anteriores. Muito importante, por revisão não quero dizer que se deve fazer a leitura de todas as palavras e exemplos anteriores. As palavras mais frequentes estão grafadas em tipo diferente e em negrito, para que possamos localizá-las facilmente na página. Apenas examine as palavras anteriores em sua revisão. Caso não se recorde de seu significado, então, e apenas então, leia os exemplos. A revisão é extremamente importante. Nós realmente aprendemos quando revisamos conceitos aos quais já fomos expostos. Procedendo desta forma, tenha certeza de que tudo o que aprendeu será absorvido de forma permanente, constituindo a base fundamental de tudo que irá aprender em seus estudos da língua inglesa.

    Caso a sua motivação seja realmente alta e você queira reler todos os exemplos já estudados, vá em frente. Como você pode notar, os exemplos empregam um vocabulário bastante rico. A leitura mais frequente dos exemplos fará com que ao final do estudo o seu vocabulário tenha se enriquecido muito além das 750 palavras básicas.

    Outro ponto importante é a questão do estudo da gramática. A gramática, ou o estudo da estrutura da língua, deve ser apenas para ajudar o aluno a identificar as construções verbais. Não é necessária, para fins de aprendizado da leitura, a memorização de estruturas gramaticais. Como já afirmado, o nosso aprendizado se dá de forma natural. Da mesma forma que uma criança não tem aulas de gramática para aprender sua língua materna, nós também não devemos nos preocupar com este aspecto em nosso estudo. A leitura dos exemplos das palavras mais comuns irá lançar os fundamentos iniciais do conhecimento da estrutura da língua inglesa.

    Resta agora esclarecer um ponto, que é a desculpa favorita de todos nós nos dias de hoje: a falta de tempo. Tempo certamente é fácil de se encontrar para fazer aquilo que nos dá prazer. Para resolver o problema de tempo para este estudo, pense nesta atividade como algo prazeiroso e que lhe trará benefícios enormes, tanto no campo pessoal como profissional. E além do mais, o aprendizado e a revisão das palavras pode ser feito diariamente em não mais de quinze minutos. Se levarmos em conta que os intervalos comerciais em programas de televisão geralmente duram entre quatro a cinco minutos, todo o tempo necessário para este estudo pode ser encaixado nos intervalos de sua novela favorita, certo?

    Então, mãos a obra. Depois que você conhecer as 250 palavras mais comuns da língua inglesa você poderá verificar como o aprendizado da leitura da língua inglesa se tornam muito mais fácil. Nesta lista foram incluídas 750 palavras. Faça um esforço e tente conhecer a todas elas. A sua tarefa vai ficar ainda mais fácil.

    Nos anos de 1996 e 1997 a Diretoria de Recursos Humanos da UNICAMP promoveu um programa de capacitação que incluía um programa de treinamento em inglês instrumental para seus funcionários usando a metodologia descrita nos parágrafos anteriores. Nestes dois anos passaram pelo programa de inglês instrumental aproximadamente 1.000 funcionários. Conseguiu-se atender um número tão grande de pessoas justamente porque o aprendizado da língua inglesa para leitura é consideravelmente mais fácil. Além desta facilidade é possível se ministrar o curso em salas maiores, com até cem alunos, o que é impensável em um curso tradicional. Em cursos normais de inglês cada aluno deve ter atenção especial do professor como pré-requisito indispensável ao aprendizado.

    Como produto deste treinamento foram criados vários materiais didáticos, um dos quais é justamente um pequeno livro, já citado, contendo as 750 palavras mais comuns da língua inglesa. O significado de cada palavra é ilustrado com três exemplos em média, onde a palavra é usada em contextos diferentes. Este pequeno manual está disponível para download na Internet. Além deste manual, existem também outros documentos que descrevem em detalhes como foi realizado o cálculo que determinou estas palavras mais comuns (ver referências).

    Além do aprendizado das palavras mais comuns, o interessado em aprender o inglês para leitura, deve procurar intensificar o seu contato diário com a língua inglesa. Para isso a Internet pode novamente vir em nosso auxílio. Basta procurar nela pelo que nos interessa. Na Internet existe informação de todos os tipos e para todos os gostos. Basta saber e querer procurar.

    No curso de inglês instrumental ministrado na Unicamp, para suplementar o ensino em sala de aula e para manter o aluno em contato diário com a língua inglesa, foi criada uma lista eletrônica chamada EFR (English for Reading). Nesta lista é veiculada diariamente uma história, preferencialmente engraçada (afinal, quem não gosta de uma boa piada?) ou uma citação. As histórias são em inglês e as palavras mais incomuns são comentadas. Desta forma os alunos aprendem todos os dias duas ou mais palavras novas. Todos os dias. Em um ano este pequeno esforço diário pode vir a fazer uma diferença. O curso acabou em 1997 mas a lista continua enviando suas mensagens. Esta lista é hoje aberta a todos os internautas e conta com vários participantes externos além dos participantes do curso ministrado na Unicamp. Todas as mensagens já veiculadas na lista EFR estão arquivadas na Web no endereço http://www.dicas-l.com.br , item "English for Reading".

    O objetivo primordial do curso de inglês instrumental era demonstrar que se é possível aprender inglês para leitura facilmente e despertar o gosto pela leitura. Quanto mais se ler em inglês mais se aprende o idioma, o que não é novidade nenhuma. Como vivemos no Brasil, país de língua portuguesa, as nossas necessidades de utilizar outra habilidade que não a leitura em inglês são bastante esporádicas. Mas não precisamos parar por aí. A leitura serve também para desenvolver as outras habilidades necessárias ao domínio da língua inglesa: a fala, a escrita e a compreensão da língua falada. O principal é que em um período de tempo bastante curto já estaremos habilitados a navegar pela Internet inteira e não apenas pela pequena porção representada pela língua portuguesa.

    Finalmente, queria lembrar a todos que aprender o inglês é bastante fácil. Basta deixar de lado os preconceitos e traumas que temos com a língua inglesa e realmente acreditarmos em nossa capacidade de aprender. Não leva a nada guardar rancores de tentativas frustradas de aprendizado ocorridas no passado. O domínio da língua inglesa é hoje o nosso passaporte para um mundo de informações que podem nos ser úteis tanto na esfera pessoal quanto profissional. Se você não domina a língua inglesa o momento certo para começar é hoje. Consulte as referências deste artigo, estude com calma a lista das palavras mais comuns e assine a lista EFR. Você vai ver que sem fazer muita força em, pouco você estará se locomovendo com desenvoltura cada vez maior pela Torre de Babel reconstruída que é a Internet. Depois me escreva contando os resultados.

    Referências:

    Global Internet Statistics (by Language) http://www.euromktg.com/globstats/

    Projeto Gutenberg http://www.promo.net/pg/

    Dicas-L http://www.dicas-l.com.br

    Palavras mais Comuns da Língua Inglesa http://www.dicas-l.com.br/dicas-l/971002.html Este documento descreve os procedimentos utilizados para se determinar as 1000 palavras mais comuns da língua inglesa e faz uma apresentação dos resultados obtidos. Neste documento as palavras mais comuns são listadas juntamente com seu percentual de ocorrência.

    As 750 palavras mais comuns da Língua Inglesa http://www.dicas-l.com.br/dict.pdf Este documento, no formato PDF, contêm as 750 palavras mais comuns da língua inglesa com exemplos de utilização. Para ler e imprimir arquivos no formato PDF é necessário instalar em seu computador o programa Adobe Acrobat Reader, que pode ser encontrado no endereço http://www.adobe.com

    As 1000 Palavras Mais Comuns da Língua Inglesa http://www.dicas-l.com.br/dicas-l/dicas-l/971003.html Este artigo lista as 1000 palavras mais comuns da língua inglesa e seu percentual de ocorrência.

    Notas:

    1. A comparação da Torre de Babel com a Internet eu encontrei em um artigo escrito por Luiz de Rezende Puech que se encontra em http://www.webmark.com.br/framese.html . Esta analogia, bastante criativa, nunca mais me saiu da cabeça e aproveitei este artigo para abordar o assunto a partir de uma ótica diferente.

    2. A história da Torre de Babel encontra-se na Bíblia, no livro de Genesis, capítulo 11. Reproduzo a seguir alguns dos versículos da história, tal como se encontra na Bíblia.

    (Genesis 11:6) e o SENHOR disse: Eis que o povo é um, e todos têm a mesma linguagem. Isto é apenas o começo; agora não haverá restrição para tudo que intentam fazer.

    (Genesis 11:7) Vinde, desçamos e confundamos ali a sua linguagem, para que um não entenda a linguagem de outro. (Genesis 11:8) Destarte, o SENHOR os dispersou dali pela superfície da terra; e cessaram de edificar a cidade. (Genesis 11:9) Chamou-se-lhe, por isso, o nome de Babel, porque ali confundiu o SENHOR a linguagem de toda a terra e dali o SENHOR os dispersou por toda a superfície dela.

    3. Para assinar a lista EFR (English for Reading) basta enviar uma mensagem para o endereço <efr-subscribe (a) onelist com> .Não é necessário digitar nada na mensagem, nem no "Subject:" nem no corpo.




    Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/19991109.html

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    Guia para o Novato em Linux

    by linuxdicas (29/11/2007 - 02:14)

    Guia para o Novato em Linux

    Colaboração: Alex-Gurgel <<Gurgel (a) linuxdicas com br>>

    Pois bem, depois de muito pensar você resolveu se aventurar pelo mundo Linux! Parabéns! Mas ai começam as duvidas e os problemas: Qual distribuição usar ? Vai funcionar no meu micro ? Onde posso conseguir os CDs ?

    Calma! Este artigo foi escrito com o intuito de ajudar você, novo usuário do Linux, a responder essas e outras perguntas. Antes de começar, apenas um detalhe importante: este artigo não vai responder a todas as suas duvidas, vai apenas lhe dar um ponto de partida.

    Antes de mais nada: como você pretende entrar no mundo Linux ? Quer instalar ou preferia que tivesse outro modo ? Bem, existe outro modo sim: as distribuições que rodam diretamente dos CDs, sem instalar ou modificar nada no seu micro! Pode ser interessante, testar o que é o Linux e depois instalar para realmente aproveitar todo o potencial deste Sistema Operacional.

    Se essa for sua escolha, faça o seguinte: acesse a Internet, vá a um site de busca e procure por 'kurumin' (em português) ou 'knoppix' (em dinamarquês ou inglês). Baixe os arquivos ISO de uma delas, a sua escolha, grave um CD e está pronto! Basta agora dar boot no seu micro, com o CD colocado, que, em poucos instantes, você estará testando seu Linux. Claro, nos sites dessas distribuições existe farta documentação sobre eles, leia tudo o que puder. Quando se decidir por, finalmente, instalar um Linux volte para esse artigo.

    Ah, você prefere instalar o Linux no seu micro! Pois bem, para começar, é preciso lhe explicar uma coisa básica: o Linux é um Sistema Operacional que exige uma coisa a mais que outros SO's: que você use o seu cérebro !

    Do princípio: você já se decidiu a experimentar o Linux. Mas aonde você vai encontrar as informações iniciais: Ah sim, você já procurou na Internet e encontrou vários sites sobre o assunto, vários deles com fóruns! E o que você vai fazer agora ? Algumas dicas iniciais:

    • Acesse os fóruns que você encontrou, eles são uma fonte valiosa de informações vinda de pessoas que passaram por varias etapas no aprendizado do Linux.

       

    • Quando fizer uma pergunta procure não usar apenas letras maiúsculas. Isso equivale a gritar com os outros. E você não gosta que gritem com você, não é mesmo ?

       

    • Evite perguntar "Qual a melhor distribuição ?". Essa pergunta vai, com certeza, gerar um volume de discussões que podem não lhe responder exatamente o que você quer saber. No fundo, a sua verdadeira duvida é: "Qual distribuição eu vou gostar mais ?". Isso apenas você pode responder. Na maior parte das vezes a resposta que você vai ter será algo como "A melhor distribuição é aquela que se adaptar melhor a você."

       

      Aqui vai um bom conselho: providencie uma distro, qualquer uma, e instale. Teste por algum tempo, providencie outra, instale, teste e assim por diante. Antes que você se de conta você já estará usando bem o Linux e terá se decidido por uma distribuição !

       

      Ok, mas, mesmo assim, você quer saber qual a diferença entre elas ? Tudo bem, ai vai a resposta: a bem da verdade, nenhuma. O Linux em si é o mesmo. Afinal, o Linux é apenas o núcleo, o kernel do sistema. Claro, apenas com ele não se faz nada. O resto dos programas que compõe uma distribuição é que faz a diferença entre elas. Mas esses programas( no Linux chamamos os programas de pacotes) não são Linux ? Não. Eles são softwares, livres ou não( Open-Source, código aberto, ou proprietários), agrupados por uma empresa que, em conjunto com o Linux, dão a forma final a uma distribuição. Esse conjunto pacotes/Linux normalmente é chamado de GNU/Linux.

       

      Apenas como exemplo, podemos comparar esse conjunto ao hardware do seu computador. O processador( Linux) é o computador em si, mas você não faz nada apenas com o computador. Ao montar um micro, você acrescenta itens de diversos fabricantes, como memória, placa-mãe, HD, unidade de CD-Rom, disquete( pacotes) obtendo, assim, um conjunto que convencionamos chamar de computador (GNU/Linux). Simples, não ?

       

      Prosseguindo. Agora você já decidiu que distribuição usar, o que fazer agora ? Onde podemos encontrar uma descrição do modo de instalação ? Lembra dos fóruns que você descobriu ? Não, não, nem tente perguntar como instalar o Linux! Ou você vai obter muita informação ou nenhuma! Mais prático: todos os fóruns tem uma ferramenta de busca. Ela permite que você localize, no fórum, a informação desejada com facilidade. Use-a. Com certeza você vai descobrir que alguém, algum dia, em resposta a uma pergunta qualquer, informou um link para a documentação que você precisa.

       

      Achou a documentação ? O que ? Ela esta em inglês e seu inglês é muito fraco ? Isso pode se tornar um problema, a longo prazo. Tudo bem, lembra que dissemos que o Linux e sempre igual, o que muda são os pacotes que o acompanham ? Pois bem, você pode perfeitamente pegar um manual de outra distribuição( em português, claro)e instalar a sua a partir do que essa documentação lhe informar. Nesse ponto, cuidado! Supondo que você tenha se decidido pela distribuição Slackware ou pela Debian esse processo não vai dar muito certo. Felizmente para isso tem solução. Procure na Internet, use os sites de busca, que você vai encontrar sites com as informações que você precisa sobre essas distribuições em bom português !

       

      Agora, que você já instalou sua distribuição escolhida posso explicar algumas coisinhas importantes.

       

    • Primeiramente, pode acontecer de algum item do seu computador não funcionar de imediato com o Linux. Nesse caso o que fazer ? De novo, vamos aos fóruns! Novamente, não pergunte coisas como: "Sou novato em Linux, como fazer para o hardware xxx funcionar no meu Linux ?" Em 90% dos casos alguém já perguntou isso e, possivelmente, já teve resposta. De novo, use a ferramenta de busca que o fórum lhe oferece.

       

    • Não achou o que precisa ? Certo, nesse caso vamos perguntar o que fazer! Mas pergunte direito: informe qual distribuição você tem, diga exatamente qual o seu hardware e, o mais importante: seja preciso na sua pergunta.

       

    • Agora você já tem a informação que precisa mas, mesmo assim, não funciona. Não adianta perguntar "Instalei o pacote xxx mas meu yyy ainda não funciona. O que fazer ?" Diga o que você já tentou, qual o distribuição, qual o hardware e, o mais importante, quais as mensagens que o sistema lhe fornece. Essas informações são básicas para que os freqüentadores dos fóruns tenham um mínimo de base para te ajudar.

       

    • Você conseguiu a ajuda necessária e tudo funciona agora ? Excelente !! Não se esqueça de retornar ao fórum e informar que seu problema foi resolvido. Diga o que você fez para resolver, a partir das informações que você obteve. Isso vai ajudar novos usuários.

    Complementando: lembre-se de que alguns itens podem não funcionar no seu sistema, mesmo depois de muita ajuda. Duas possíveis causas: o item em questão não é mais suportado pelo Linux ou ainda não é suportado. Se for um item de baixo custo pode-se sempre pensar na sua troca por um que seja suportado. Se for um item de custo mais elevado pode-se aguardar que seja desenvolvido um pacote que permita seu funcionamento ou você mesmo pode desenvolver um processo. Neste último caso, não se esqueça de compartilhar sua descoberta com a comunidade Linux.

    Pronto! Agora você é um usuário Linux! O que ? Você ainda tem problemas ? Resolveu experimentar outra distribuição, instalou sem problemas mas seu modem( por exemplo) se recusa a funcionar ? Vejamos, o pacote que você usou para fazer seu modem funcionar não estaria desatualizado ? Você não teria se esquecido de instalar algum pacote importante (o pacote kernel-source é um bom exemplo) quando instalou o novo sistema ? Verifique esses pontos. Se o problema continuar, aonde você vai encontrar ajuda ? Isso mesmo ! Nos fóruns !

    Como ? Na verdade você simplesmente atualizou a distribuição por uma versão mais moderna ? E, ai, um item de hardware deixou de funcionar ? Certo, ele funcionava sem problemas antes. Voltamos a situação anterior. Será que o pacote que você instalou, para que aquele determinado item funcionasse, não estará obsoleto em relação a essa versão que você está usando agora ? E aonde você vai para conseguir ajuda ? Não, nos fóruns não! Pelo menos ainda não. Em primeiro lugar você deve ir ao site de onde você baixou aquele pacote pela primeira vez, pode ter uma versão mais atual. Depois sim, vá aos fóruns.

    Conforme você pode ver, a Internet, na figura dos sites sobre Linux e seus fóruns são aquelas entidades que irão funcionar como seus professores, permitindo que você tenha uma transição relativamente fácil, de Novo Usuário Linux para Usuário Linux. Mas nunca se esqueça: antes de perguntar pense, pesquise, leia a documentação disponível, experimente. Você vai aprender muito assim !




    Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20030808.html

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    Semana 4Linux: Dica Check-List

    by linuxdicas (20/11/2007 - 21:30)

    Semana 4Linux - Dica Check-List

    Colaboração: Cesar Augusto Domingos "<treinamentor (a) 4linux com br>"

    Fazendo um Check-list nos Serviços do Sistema

    Configurar serviços hoje em um sistema Linux, não é mais tão complicado como antigamente. Muitos serviços, depois de instalado já saem funcionando com a sua configuração padrão, ou muitos já vem instalados no sistema. Embora quando pensamos em segurança já é assumido que não devemos colocar um serviço em produção com configurações padrões sem que as mesmas sejam testadas pensando nos principios de segurança.

    Mas o que muitos administradores iniciantes e até mesmo experientes não sabem tirar proveito de ferramentas clássicas para checar se o serviço está funcionando corretamente, verificar em qual porta ele está trabalhando, se ele está recebendo requisições corretamente e até mesmo, em alguns casos, ver se nenhum invasor fez algo em seu sistema que possa prejudica-lo, para isso mostrarei alguns comandos que podem formar o que costumo chamar de Check-List.

    Primeiramente temos que saber a qual porta determinado serviço está associado. Podemos ver algumas portas padrões do sistema no arquivo /etc/services. Exemplo de algumas portas

     # cat /etc/services # cat /etc/services | grep -i ssh ssh 22/tcp # SSH Remote Login Protocol ssh 22/udp 

     

    Após termos uma noção das portas em que os serviços rodam, podemos utilizar um comando chamado netstat. Esse comando vai nos fornecer algumas informações sobre os serviços de rede do nosso sistema. É válido lembrar que encontramos implementações do netstat em outros sistemas operacionais e não necessáriamente as opções e mesmos os recursos são implementados da mesma forma.

     # netstat -nlt -n : Opção para fazer o netstat não resolver os IP's para nomes. -l : Listar os Sockets que estão Ouvindo(Listen), ou seja, que estão prontos para receber uma conexão. -t : Listar somente os Sockets no protocolo TCP. Poderiamos utilizar o -u para protocolos UDP. 

     

    Com isso podemos ver várias informações sobre os Sockets que estão aguardando conexões. Exemplo:

     Proto Recv-Q Send-Q Endereço Local Endereço Remoto Estado tcp 0 0 0.0.0.0:22 0.0.0.0:* OUÇA 

     

    Proto é o protocolo que este Socket está trabalhando. No Endereço Local vemos que a porta 22 pode responder a qualquer interface de rede no sistema (0.0.0.0:22), no Endreço Remoto mostra que não há nenhuma conexão relacionada à aquela porta e que no Estado ela está em OUÇA, ou seja, aguardando conexões.

    Poderiamos utilzar o netstat com o -a também, no lugar do -t para vermos todos os Sockets tanto os que estão ouvindo, que não estão ouvindo e os Estabelecidos, que vão ser muito importantes. Nos Estabelecidos podemos ver em qual interface o serviço está conectado e a qual porta e de onde está vindo a conexão.

     # netstat -nat Proto Recv-Q Send-Q Endereço Local Endereço Remoto Estado tcp 0 0 192.168.0.1:32778 200.123.123.123:143 ESTABELECIDA tcp6 0 0 ::ffff:192.168.0.1:22 ::ffff:192.168.0.8:32796 ESTABELECIDA 

     

    Agora que sabemos quais sockets estão disponíveis, podemos ver qual processo(serviço) está rodando nesse socket com o comando fuser.

     # fuser -v 22/tcp -v: Modo Verbose USER PID ACCESS COMMAND 22/tcp root 3943 f.... sshd 

     

    Com ele podemos ver qual usuário está rodando o processo, o PID que é o número do processo e o programa que está rodando que nesse caso é o sshd. Para cada processo que está rodando, o sistema cria um diretório com PID dele no /proc, onde podemos obter algumas informações do processo, um deles é o arquivo cmdline que mostra o caminho completo do programa, nos mostrando assim que aquele programa é ele mesmo e não um program forjado.

     # cat /proc/3943/cmdline /usr/sbin/sshd 

     

    Outra ferramenta que poderiamos utilizar é a lsof, que vai nos mostrar informações parecidas com a do netstat e a fuser, só que em uma única ferramenta. A lsof mostrará os Socktes que estão Ouvindo, que estão Estabelecidos e entre outros, e nos mostrará também o usuário, o PID e o programa que está rodando, ou seja, poderiamos dizer que a lsof é uma junção da netstat e a fuser. Porém a lsof não vem instalada em todas as distro Linux, sendo necessário instala-lá via pacotes ou pelo source.

     # lsof -i -i : Listará todos os processos ou arquivos relacionados a uma interface de rede, se não for especificado uma interface de rede, como fizemos ele mostrará do todas as interfaces. firefox-b 4652 user 36u IPv4 22723 TCP 192.168.0.1:38138->64.233.161.19:www (ESTABLISHED) ssh 8342 root 3u IPv4 100376 TCP 192.168.0.1:54751->192.168.0.8:ssh (ESTABLISHED) 

     

    Uma coisa que muitos administradores também esquecem de olhar são os Raw Sockets, que são os Sockets que não dependem de um protocolo específico, permite acesso direto a protocolos de baixo nível como ICMP, TCP, UDP, e IP, mais considerados por muitos como como um potencial foco de problemas de segurança devido ao fato que poucos administradores verificam as atividades de Raw Sockets de seus sistemas.

    Podemos ver se existe algum Raw Socket aberto no nosso sistema utilizando o netstat com uma outra opção.

     # netstat -nlw -w : Lista os Raw Sockets. 

     

    Provavelmente não terá nenhum aberto, então retorna um resposta vazia. Mas devemos ter muito cuidado com os Raw Sockets pois muitas BackDoors mais modernas utilizam o Raw Socket para abrir o seu sistema sem depender de um protocolo. O hping pode ser utilizado como uma BackDoor em seu sistema aproveitando-se do Raw Socket para poder executar comandos remotamente em seu sistema. Veja mais detalhes na documentação do hping.

    Saída de uma respota positiva, utilizando o netstat para listar os Raw Sockets.

     Proto Recv-Q Send-Q Endereço Local Endereço Remoto Estado raw 0 0 0.0.0.0:255 0.0.0.0:* 7 

     

    E um último programa que podemos utilizar é o nmap que é um poderoso programa para varreduras de portas ,nesse caso vamos ter a possibilidade de fazer uma análise interna ou externa do nosso sistema para vermos quais portas/serviços estão disponíveis. O nmap não vem por padrão nas distribuições Linux, sendo necessário instala-lo. Então de uma outra máquina podemos fazer o seguinte teste.

    Para Portas TCP.

     # nmap -sT 192.168.0.1 -sT : Varredura de portas TCP completas. 192.168.0.1 -> Seu IP. PORT STATE SERVICE 9/tcp open discard 13/tcp open daytime 21/tcp open ftp 22/tcp open ssh 

     

    Ou podemos testar localmente.

     # nmap -sT localhost # nmap -sT -p 22 localhost PORT STATE SERVICE 22/tcp open ssh 

     

    Para Portas UDP

     # nmap -sU 192.168.0.1 -sT : Varredura de portas TCP completas. 192.168.0.1 -> Seu IP. PORT STATE SERVICE 9/udp open|filtered discard 53/udp open|filtered domain 111/udp open|filtered rpcbind 

     

    Ou podemos testar localmente.

     # nmap -sU localhost # nmap -sU -p 53 localhost PORT STATE SERVICE 53/udp open|filtered domain 

     

    Ou ainda olhando as portas TCP e UDP simultaneamente

     # nmap -sU -sT 192.168.0.1 

     

    Em alguns casos o uso do Nmap pode ser interessante para fazer o checklist de todas as portas ativas no servidor.

     # nmap -sU -sT -F 192.168.0.1 -F: Todas as portas decladas no services 

     

    Ou olhar porta a porta até 65535

     # nmap -sU -sT -p- 192.168.0.1 

     

    Sendo assim conseguiremos ver todas as portas que estão disponíveis em nosso sistema.

    Podemos ver também os banners dos serviços que estão rodando. Que para um invasor pode ser um informação preciosas.

     # nmap -sV 192.168.0.1 PORT STATE SERVICE VERSION 22/tcp open ssh OpenSSH 3.8.1p1 (protocol 2.0) 25/tcp open smtp Exim smtpd 4.50 111/tcp open rpcbind 2 (rpc #100000) 113/tcp open ident OpenBSD identd MAC Address: 00:50:BF:63:D0:E7 (Mototech) 

     

    O nmap possui muitas opções, veja o manual dele para ver todas as opções de uso.

    CONCLUSÃO.

    Com o conhecimentos dessas ferramentas um administrador poderá fazer um bom check-list em seu sistema, e terá um total domínio de todos os serviços que estão rodando no sistema.


    Você quer conhecer o poder dos servidores no Linux?

    Novidade: Curso Servidores Linux para Corporações - 403, que foi idealizado para capacitar ao aluno a implementar vários serviços de redes utilizando Software Livre. Além dessa capacitação o curso o formato do curso atende aos objetivos da LPI nível 2.

    Saiba mais ou ligue para (11) 2125-4747




    Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20050828.html

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    Usando o Samba como controlador de domínio (PDC) - Parte 2

    by linuxdicas (20/11/2007 - 19:35)

    Usando o Samba como controlador de domínio (PDC) - Parte 2

    Colaboração: Carlos E. Morimoto

    Logando Clientes Windows

    Neste ponto a configuração do servidor Samba está pronta. Falta apenas configurar os clientes Windows para efetuarem logon no domínio.

    Nem todas as versões do Windows suportam este recurso. Como controladores de domínio são usados principalmente em redes de médio ou grande porte em empresas, a Microsoft não inclui suporte no Windows XP Home e no XP Starter (também chamado jocosamente de "Miserable Edition"), de forma a pressionar as empresas a comprarem o XP Professional, que é mais caro.

    A configuração muda de acordo com a versão do Windows: No Windows 2000, acesse o "Meu Computador > Propriedades > Identificação de rede > Propriedades". Coloque aqui o nome do computador (que precisa ser um dos logins de máquinas adicionados na configuração do Samba) e o nome do Domínio, que é definido na opção " workgroup =" do smb.conf. Para ter acesso a esta opção você deve estar logado como administrador.

    Na tela de identificação que será aberta a seguir, logue-se como "root", com a senha definida no Samba. É normal que a conexão inicial demore dois ou três minutos. Se tudo der certo, você é saudado com uma mensagem "Bem-vindo ao domínio DOMINIO".

    É necessário identificar-se como root ao fazer a configuração inicial, para que seja criada a relação de confiança entre o servidor e o cliente. A partir daí aparece a opção opção "Efetuar logon em: DOMINIO" na tela de login, permitindo que o usuário faça logon usando qualquer uma das contas cadastradas no servidor. Continua disponível também a opção de fazer um login local.

    No Windows 98 ou ME: Comece logando-se na rede (na tela de login aberta na inicialização) com o mesmo usuário e senha que será usado para fazer logon no domínio. Acesse agora o "Painel de Controle > Redes > Cliente para redes Microsoft > Propriedades". Marque a opção "Efetuar Logon num domínio NT", informe o nome do domínio e marque a opção "Efetuar logon e restaurar conexões". Ao terminar, é preciso fornecer o CD de instalação e reiniciar a máquina.

    Note que as máquinas com o Windows 98/ME não são compatíveis com todos os recursos do domínio, elas acessam o domínio dentro de uma espécie de modo de compatibilidade, onde podem acessar os compartilhamentos, mas não têm acesso ao recurso de perfis móveis, por exemplo.

    No Windows XP Professional o procedimento varia de acordo com a versão do Samba usada. Se você está usando uma versão recente do Samba, da versão 3.0 em diante, a configuração é bem mais simples, basta seguir os mesmos passos da configuração no Windows 2000.

    Se por outro lado você ainda está usando o Samba 2.x, a configuração é um pouco mais complicada. Comece copiando o arquivo "/usr/share/doc/samba-doc/registry/WinXP_SignOrSeal.reg" (do servidor), que fica disponível ao instalar o pacote "samba-doc". Esta é uma chave de registro que precisa ser instalada no cliente.

    Acesse agora as propriedades do "Meu Computador" e na aba "Nome do Computador" clique no botão "ID de rede". Será aberto um Wizard que coleta o nome do domínio, nome da máquina e login de usuário. Lembre-se que é necessário efetuar o primeiro logon como root.

    Se não der certo da primeira vez, acesse o "Painel de controle > Ferramentas administrativas > Diretiva de segurança local > Diretivas locais > Opções de segurança" e desative as seguintes opções:

    • Membro do domínio: criptografar ou assinar digitalmente os dados de canal seguro (sempre)
    • Membro do domínio: desativar alterações de senha de conta da máquina
    • Membro do domínio: requer uma chave de sessão de alta segurança (Windows 2000 ou posterior)

    Para confirmar se os clientes estão realmente efetuando logon no servidor, use o comando "smbstatus" (no servidor). Ele retorna uma lista dos usuários e máquina logadas, como em:

     Samba version 3.0.14a-Debian PIDUsernameGroupMachine ----------------------------------------------------- 4363joaojoaoathenas (192.168.o.34) ServicepidmachineConnected at ----------------------------------------------------- joao4363athenasSat Jul 9 10:37:09 2005 

    Gostou da dica? Venha fazer um curso com o autor:

    Curso: Redes e servidores Linux

    Com Carlos E. Morimoto

    Em São Paulo, de 29/05 a 03/06 (intensivo, com aulas à tarde)

    Este é um curso sobre a configuração de servidores Linux. Nele você aprende a configurar cada serviço diretamente nos arquivos de configuração ou utilizando ferramentas genéricas, sem se prender a uma única distribuição. Os exemplos dados durante o curso usam como base o Debian e Fedora, com dicas de peculiaridades do Mandriva, Slackware, Kurumin e Ubuntu.

    Este é um curso intensivo, onde você passa menos tempo vendo teoria e opções pouco usadas e mais tempo aprendendo a resolver problemas do dia a dia. O formato das aulas permite que sejam abordados uma grande quantidade de temas numa única semana, oferecendo uma visão global dos recursos disponíveis e onde eles podem ser aplicados. Ao invés de fazer um curso sobre o Squid, outro sobre o Samba, outro sobre o Apache, etc., você aprende muitas coisas de uma única vez, economizando tempo e dinheiro.

    Nesta turma do dia 29/05, combinou do curso de redes e o curso para iniciantes serem ministrados na mesma semana: o curso para iniciantes de segunda a sexta, das 8:00 às 11:00, e o curso de redes das 12:30 às 18:00. Fazendo o curso de redes, você tem acesso também às aulas para iniciantes e pode fazer os dois cursos simultaneamente (pagando apenas um), e assim aproveitar para tirar todas as dúvidas.

    Veja mais detalhes sobre a programação de cursos, temas abordados, preços e formas de pagamento no:

    http://guiadohardware.net/cursos/

    Todas as aulas do curso de redes são ministradas pelo próprio Carlos Morimoto, o que garante o nível do curso. Nada de aulas inaugurais e mutretas do gênero :)




    Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20060511.html

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    Gerando imagem do seu HD

    by linuxdicas (20/11/2007 - 02:37)

    Gerando imagem do seu HD

    Colaboração: Lincoln Zuljewic Silva

    Sempre quis fazer um backup do meu linux em um arquivo, do HD inteiro, inclusive das partições e nunca soube como, até que achei neste site (http://www.codepoets.co.uk/docs/system_imaging - em inglês) como fazer isso.

    No site original, o autor explica como fazer isto com o comando dd e com o comando tar

    Segue abaixo um breve resumo em português de como fazer tal comando utilizando o dd, que na minha opinião é a mais prática.

    Introdução

    Como fazer uma imagem clone de um sistema linux para usar posteriormente para fazer um restore, ou para reinstalar esta mesma imagem em diversas máquinas rapidamente.

    Assunto:

    linux, dd, knoppix, clone, ghosting

    Conteúdo:

    Reinstalar diversas máquinas com essencialmente o mesmo conteúdo para economizar tempo...Abaixo está descrito como "clonar" máquinas com Linux.

    Fazendo uma cópia fiel do disco.

    Tal comando deve ser executado sem que o disco a ser copiado esteja em uso, você pode fazer isso, utilizando o Knoppix CD ou até o Kurumin

     dd if=/dev/hda | gzip --fast > hda.img.gz 

     

    O comando dd irá criar uma cópia do if (Input File=hda - primeiro disco IDE) e jogará para o gzip comprimir tal imagem em hda.img.gz.

    Para restaurar tal imagem:

     gzcat -dc hda.img.gz | dd of=/dev/hda 

     

    O comando gzcat faz um cat no arquivo imagem já executando o gunzip e manda para o dd of (Output File=hda - primeiro disco IDE).

    O uso do Gzip pode salvar uma grande quantidade de espaço da imagem (geralmente 50%), sendo que o seu uso é opcional.

    O dd lê cada nível de bloco do seu disco, ele irá ler cada bit no disco. Será um processo lento, porém se você tem um bom hardware, um bom espaço em disco livre disponível e é "insano", tal comando irá cair como uma luva. Uma grande vantagem, é que será copiada também a tabela de partições do disco, economizando assim, todo o tempo de instalação e criação das partições manualmente.




    Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20060213.html

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    Perguntas e respostas

    by linuxdicas (13/11/2007 - 06:15)

    Perguntas e respostas

    Por Rubens Queiroz de Almeida

    Alimentado pelo conhecimento da própria comunidade, o sistema Rau-Tu é uma valiosa fonte de ajuda sobre vários tópicos, inclusive o Linux

     

    Publicado originalmente na Revista do Linux

    Uma lenda antiga, que circula no imaginário de todas as nações, diz respeito ao oráculo, aquele que tudo vê e tudo sabe.

    Ao que parece, ninguém ainda encontrou esse tal oráculo, embora muitos tentem se passar por ele. Existe, porém, um software que atende pelo nome de Rau-Tu, desenvolvido por meio de uma parceria entre o Centro de Computação da Unicamp e o Instituto Vale do Futuro, que é um sério candidato ao posto.

    O sistema Rau-Tu de perguntas e respostas, desenvolvido em PHP e utilizando o banco de dados PostgreSQL, está em funcionamento há cerca de um ano. Sua distribuição é livre e gratuita e regida pela licença GPL. Seu principal objetivo é criar comunidades ao redor de diversos assuntos, congregando especialistas e pessoas com perguntas a serem respondidas. Adicionalmente, o sistema foi desenvolvido para ser simples e fácil de usar. Ao invés de se criar um sistema monolítico congregando diversos assuntos diferentes, optou-se pela criação de estruturas menores que pudessem ser facilmente replicadas em locais diferentes, com recursos computacionais variando do mais simples ao mais sofisticado.

    O Rau-Tu pode ser usado em qualquer situação onde existam perguntas e a necessidade de respostas. Intranets, sistemas de helpdesk, informações institucionais, sistemas computacionais e uma grande variedade de cenários. Problemas de comunicação são um problema presente na maioria das empresas e o Rau-Tu certamente pode colaborar para reduzir os atritos decorrentes da falta de comunicação. Enfim, a criatividade é o que conta.

    O sistema Rau-Tu foi projetado para ser flexível. Toda a administração e tarefas do dia a dia são realizadas a partir de uma interface Web, dispensando qualquer tipo de conhecimento de seu funcionamento interno.

    Fiel às suas raízes colaborativas, desde o lançamento recebeu um grande número de sugestões para seu aperfeiçoamento, grande parte das quais foram incorporadas, melhorando em muito sua facilidade de uso.

    Existem hoje (abril d 2006) diversos sistemas Rau-Tu em funcionamento. O mais bem sucedido, sem sombra de dúvida, é o de Linux. São hoje cerca de 560 colaboradores de todo o país, e mais de 26.000 perguntas já armazenadas no banco de dados. Além do Linux, diversos outros tópicos são abordados, como banco de dados, editoração eletrônica, FreeBSD, planilhas eletrônicas. No total tem-se conhecimento de onze sistemas, nove dos quais hospedados na Unicamp. O Centro de Computação da Unicamp também utiliza o sistema Rau-Tu como um tira dúvidas para seus sistemas corporativos, atendendo aos usuários internos.

    Mas em que o sistema Rau-Tu difere dos meios convencionais existentes na Internet para resolução de dúvidas, como listas eletrônicas, newsgroups, FAQs e outros? O primeiro ponto é a objetividade. A maioria das listas eletrônicas, para evitar spam e outros inconvenientes, autoriza apenas seus membros a postarem perguntas. Ou seja, para perguntar, é necessário o cadastramento na lista. As listas mais populares geralmente possuem um alto tráfego de mensagens, o que nem todos têm condições de gerenciar. O sistema Rau-Tu não exige nada.

    Qualquer um pode fazer suas perguntas ou consultar seu banco de dados. O segundo ponto principal é a qualidade. Todas as respostas que integram o banco de dados foram avaliadas. Se a sugestão proposta funcionou, a pergunta vai para o banco de dados. Caso contrário, volta ao sistema. Temos também a rapidez. A pontuação dada aos colaboradores leva em conta não apenas a qualidade, mas também a rapidez de resposta. Respostas postadas uma hora depois de serem submetidas ao sistema recebem uma pontuação adicional.

    A maioria das dúvidas é respondida no mesmo dia. Finalmente, eliminamos muito do retrabalho comum em muitos lugares. Com o armazenamento das perguntas no banco de dados, forma-se um banco coletivo de conhecimento, que poderá ser usado de diversas formas diferentes. Elimina-se a necessidade de responder continuamente as mesmas perguntas. Um fato bastante conhecido de todos nós é que a maior parte das perguntas diz respeito a um pequeno número de respostas.

    Mas como funciona o sistema? Resumidamente, o sistema trabalha tendo por base quatro figuras principais: o administrador, os responsáveis pelos tópicos, os colaboradores e os visitantes. Destes personagens, apenas o visitante não precisa se identificar para o sistema. O visitante pode fazer uso das facilidades do sistema Rau-Tu livremente, perguntando e consultando as perguntas armazenadas no banco de dados. Todos os demais possuem um grau de responsabilidade. O administrador é aquele que é responsável pela administração do sistema em geral, criando tópicos, nominando os responsáveis pelos tópicos e realizando outras tarefas administrativas. Os responsáveis pelos tópicos aceitam colaboradores e tomam decisões quanto a perguntas não respondidas ou não avaliadas. Os colaboradores são aqueles que respondem às perguntas.

    O controle de qualidade é feito pelo visitante, que atribui uma nota às respostas que recebe, que pode variar do insatisfatório ao ótimo. Caso a resposta seja considerada insatisfatória, a pergunta retorna ao sistema e o responsável pelo tópico decide então o que fazer com ela. A pergunta pode ser reenviada aos colaboradores, pode ser removida do sistema ou pode ser respondida pelo responsável pelo tópico.

    Historicamente, a comunidade usuária de software livre sempre foi conhecida por seu alto grau de comprometimento. Perguntas e problemas freqüentemente são resolvidos muito rapidamente, com a ajuda de especialistas que doam seu tempo e conhecimento aos novatos.

    O sistema Rau-Tu é uma forma de arranjar estes recursos de forma organizada, propiciando à sua crescente base de usuários um porto seguro onde se amparar em caso de problemas. Este sistema precisa, mais do que nunca, de uma comunidade crescente, tanto de especialistas quanto de visitantes com suas perguntas. Para isto, a divulgação deste serviço e da disponibilidade livre e gratuita do software é fundamental para seu crescimento e consolidação.

    A esta altura você certamente deve estar se perguntando: O que exatamente significa a palavra Rau-Tu? Bom, a palavra Rau-Tu deriva de um idioma indígena desaparecido e significa Como fazer.

    Dúvidas sobre Linux? Perguntem ao Rau-Tu




    Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20060404.html

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