Inglês Instrumental
Inglês Instrumental
Colaboração: Rubens Queiroz de Almeida
Eu escrevi um artigo para a Revista de Informação e Tecnologia do Centro de Computação da Unicamp relatando as experiências de um curso que coordenei para ensino de inglês instrumental.
Este artigo encontra-se em http://www.unicamp.br, item "Universo Internet". O artigo chama-se "A Reconstrução da Torre de Babel".
Além disto, também em função deste programa, eu criei uma lista chamada EFR (English For Reading), que veicula diariamente um texto em inglês, geralmente uma piada ou uma citação, com as palavras mais difíceis explicadas. Todas as mensagens desta lista estão arquivadas no site da Dicas-L (http://www.dicas-l.com.br, item "English For Reading").
Para se cadastrar na lista EFR, basta enviar uma mensagem vazia para o endereço <efr-subscribe (a) onelist com>.
Para quem já lê um pouquinho melhor, eu também mantenho uma outra lista chamada comp-jokes, com piadas de informática. Para se cadastrar nesta lista envie um email para <comp-jokes-subscribe (a) egroups com>. Não precisa escrever nada nem no subject nem no corpo da mensagem.
Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/19990913.html
Arquivo de mails de listas da NET
Arquivo de mails de listas da NET
Colaboração: Fabio Maximo
É muito comum que professores criem listas de distribuição de mail para seus alunos, e mesmo que usuarios se juntem em grupos que se relacionam por listas de mail.
Esta semana estava buscando um post que eu mesmo fiz numa lista de usuarios de linux, e qual não foi minha supresa ao ver que ha um serviço gratuito de armazenagem de mensagens de mail de listas na internet.
É o Mail-Archive ( http://www.mail-archive.com ). O serviço é interessante pois o historico fica independente de servidor e praticamente "AD PERPETUM", o que é uma grande vantagem para quem usa um dos serviços gratuitos que normalmente armazena as mensagens mais recentes da lista (1 ou 2 anos).
Alem disso, a mensagem fica acessivel não apenas para os membros da lista pesquisarem. Portanto, se voce esta criando uma lista, compartilhe o conteudo com o mundo atraves do tempo e alem da associação a sua lista!
Para adicionar uma lista, basta adicionar o mail do mail-archive como membro da lista.
E la estava o post que eu procurava !
Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20051124.html
Usando o Kismet
Usando o Kismet
Colaboração: Carlos E. Morimoto
O Kismet é uma ferramenta poderosa, que pode ser usado tanto para checar a segurança de sua própria rede wireless, quanto para checar a presença de outras redes próximas e assim descobrir os canais que estão mais congestionados (configurando sua rede para usar um que esteja livre) ou até mesmo invadir redes. O Kismet em sí não impõe restrições ao que você pode fazer. Assim como qualquer outra ferramenta, ele pode ser usado de forma produtiva ou destrutiva, de acordo com a índole de quem usa.
A página do projeto é a: http://www.kismetwireless.net/.
A principal característica do Kismet é que ele é uma ferramenta passiva. Ao ser ativado, ele coloca a placa wireless em modo de monitoramento (rfmon) e passa a escutar todos os sinais que cheguem até sua antena. Mesmo pontos de acesso configurados para não divulgar o ESSID ou com a encriptação ativa são detectados.
Como ele não transmite pacotes, apenas escuta as transmissões, todo o processo é feito sem prejudicar as redes vizinhas e de forma praticamente indetectável. A principal limitação é que, enquanto está em modo de monitoramento, a placa não pode ser usada para outros fins. Para conectar-se a uma rede, você precisa primeiro parar a varredura.
Esta questão da detecção dos pontos de acesso com o ESSID desativado é interessante. Não é possível detectá-los diretamente, pois eles não respondem a pacotes de broadcast (por isso eles não são detectados por programas como o Netstumbler), mas o Kismet é capaz de detectá-los quando um cliente qualquer se associa a eles, pois o ESSID da rede é transmitido de forma não encriptada durante o processo de associação do cliente.
A partir daí, o Kismet passa a capturar todos os pacotes transmitidos. Caso a rede esteja encriptada, é possível descobrir a chave de encriptação usando o aircrack (que veremos a seguir), permitindo tanto escutar as conexões, quanto ingressar na rede.
Como o Kismet é uma das ferramentas mais usadas pelos crackers, é sempre interessante usá-lo para verificar a segurança da sua própria rede. Tente agir como algum vizinho obstinado agiria, capturando os pacotes ao longo de alguns dias. Verifique a distância de onde consegue pegar o sinal de sua rede e quais informações consegue descobrir. Depois, procure meios de reforçar a segurança da rede e anular o ataque.
Por ser uma ferramenta popular, ele está disponível na maioria as distribuições. Algumas, como o Knoppix (a partir da versão 3.7), já o trazem instalado por padrão.
Nas distribuições derivadas do Debian, você pode instalá-lo via apt-get:
# apt-get install kismet
Antes de ser usar, é preciso configurar o arquivo "/etc/kismet/kismet.conf", especificando a placa wireless e o driver usado por ela, substituindo a linha:
source=none,none,addme
Por algo como:
source=madwifi_ag,ath0,atheros
... onde o "madwifi_ag" é o driver usado pela placa (que você pode verificar usando o comando lspci). Na documentação do Kismet o driver é chamado de "capture source", pois é a partir dele que o Kismet obtém os pacotes recebidos.
o "ath0" é a interface (que você vê através do comando ifconfig) e o "atheros" é um apelido para a placa (que você escolhe), com o qual ela será identificada dentro da tela de varredura.
Isto é necessário, pois o Kismet precisa de acesso de baixo nível ao hardware. Isto faz com que a compatibilidade esteja longe de ser perfeita. Diversas placas não funcionam em conjunto com o Kismet, com destaque para as placas que não possuem drivers nativos e precisam ser configurados através do ndiswrapper. Se você pretende usar o Kismet, o ideal é pesquisar antes de comprar a placa. Naturalmente, para que possa ser usada no Kismet, a placa precisa ter sido detectada pelo sistema, com a ativação dos módulos de Kernel necessários. Por isso, prefira sempre usar uma distribuição recente, que traga um conjunto atualizado de drivers. O Kurumin e o Kanotix estão entre os melhores neste caso, pois trazem muitos drivers que não vem pré instalados em muitas distribuições.
Você pode ver uma lista detalhada dos drivers de placas wireless disponíveis e como instalar manualmente cada um deles no meu livro Linux Ferramentas Técnicas.
Veja uma pequena lista dos drivers e placas suportados no Kismet 2006-04-R1:
- acx100: O chipset ACX100 foi utilizado em placas de diversos fabricantes, entre eles a DLink, sendo depois substituído pelo ACX111. O ACX100 original é bem suportado pelo Kismet, o problema é que ele trabalha a 11 megabits, de forma que não é possível testar redes 802.11g.
- admtek: O ADM8211 é um chipset de baixo custo, encontrado em muitas placas baratas. Ele é suportado no Kismet, mas possui alguns problemas. O principal é que ele envia pacotes de broadcast quando em modo monitor, fazendo com que sua varredura seja detectável em toda a área de alcance do sinal. Qualquer administrador esperto vai perceber que você está capturando pacotes.
- bcm43xx: As placas com chipset Broadcom podiam até recentemente ser usadas apenas no ndiswrapper. Recentemente, surgiu um driver nativo (http://bcm43xx.berlios.de) que passou a ser suportado no Kismet. O driver vem incluído por padrão a partir do Kernel 2.6.17, mas a compatibilidade no Kismet ainda está em estágio experimental.
- ipw2100, ipw2200, ipw2915 e ipw3945: Estes são os drivers para as placas Intel, encontrados nos notebooks Intel Centrino. O Kismet suporta toda a turma, mas você precisa indicar o driver correto para a sua placa entre os quatro.
O ipw2000 é o chipset mais antigo, que opera a 11 megabits; o ipw2200 é a segunda versão, que suporta tanto o 8011.b, quanto o 802.11g; o ipw2915 é quase idêntico ao ipw2200, mas suporta também o 802.11a, enquanto o ipw3945 é uma versão atualizada, que é encontrada nos notebooks com processadores Core Solo e Core Duo.
madwifi_a, madwifi_b, madwifi_g, madwifi_ab e madwifi_ag: Estes drivers representam diferentes modos de operação suportados pelo driver madwifi (http://sourceforge.net/projects/madwifi/), usado nas placas com chipset Atheros. Suportam tanto o driver madwifi antigo, quanto o madwifi-ng.
Usando os drivers madwifi_a, madwifi_b ou madwifi_g, a placa captura pacotes apenas dentro do padrão selecionado (o madwifi_a captura apenas pacotes de redes 802.11a, e assim por diante). O madwifi_g é o mais usado, pois captura simultaneamente os pacotes de redes 802.11b e 802.11g. O madwifi_ag, por sua vez, chaveia entre os modos "a" e "g", permitido capturar pacotes de redes que operam em qualquer um dos três padrões, mas num ritmo mais lento, devido ao chaveamento.
rt2400 e rt2500: Estes dois drivers dão suporte às placas com chipset Ralink, outro exemplo de chipset de baixo custo que está se tornando bastante comum. Apesar de não serem exatamente "placas de alta qualidade", as Ralink possuem um bom suporte no Linux, graças em parte aos esforços do próprio fabricante, que abriu as especificações e fornece placas de teste para os desenvolvedores. Isto contrasta com a atitude hostil de alguns fabricantes, como a Broadcom e a Texas (que fabrica os chipsets ACX).
rt8180: Este é o driver que oferece suporte às placas Realtek 8180. Muita gente usa estas placas em conjunto com o ndiswrapper, mas elas possuem um driver nativo, disponível no http://rtl8180-sa2400.sourceforge.net/. Naturalmente, o Kismet só funciona caso seja usado o driver nativo.
prism54g: Este driver dá suporte às placas com o chipset Prism54, encontradas tanto em versão PCI ou PCMCIA, quanto em versão USB. Estas placas são caras e por isso relativamente incomuns no Brasil, mas são muito procuradas entre os grupos que fazem wardriving, pois as placas PCMCIA são geralmente de boa qualidade e quase sempre possuem conectores para antenas externas, um pré-requisito para usar uma antena de alto ganho e assim conseguir detectar redes distantes.
orinoco: Os drivers para as placas com chipset Orinoco (como as antigas Orinoco Gold e Orinoco Silver) precisam de um conjunto de patches para funcionar em conjunto com o Kismet, por isso acabam não sendo placas recomendáveis. Você pode ver detalhes sobre a instalação dos patches no http://www.kismetwireless.net/HOWTO-26_Orinoco_Rfmon.txt.
Depois de definir o driver, a interface e o nome no "/etc/kismet/kismet.conf", você pode abrir o Kismet chamando-o como root:
# kismet
Inicialmente, o Kismet mostra as redes sem uma ordem definida, atualizando a lista conforma vai descobrindo novas informações. Pressione a tecla "s" para abrir o menu de organização, onde você pode definir a forma como a lista é organizada, de acordo com a qualidade do canal, volume de dados capturados, nome, etc. Uma opção comum (dentro do menu sort) é a "c", que organiza a lista baseado no canal usado por cada rede.
Por padrão, o Kismet chaveia entre todos os canais, tentando detectar todas as redes disponíveis. Neste modo, ele captura apenas uma pequena parte do tráfego de cada rede, assim como você só assiste parte de cada programa ao ficar zapiando entre vários canais da TV.
Selecione a rede que quer testar usando as setas e pressione "shift + L" (L maiúsculo) para travá-lo no canal da rede especificada. A partir daí ele passa a concentrar a atenção numa única rede, capturando todos os pacotes transmitidos:
Você pode também ver informações detalhadas sobre cada rede selecionando-a na lista e pressionando enter. Pressione "q" para sair do menu de detalhes e voltar à tela principal.
Outro recurso interessante é que o Kismet avisa sobre "clientes suspeitos", micros que enviam pacotes de conexão para os pontos de acesso, mas nunca se conectam a nenhuma rede, indício de que provavelmente são pessoas fazendo wardriving ou tentando invadir redes. Este é o comportamento de programas como o Netstumbler (do Windows). Micros rodando o Kismet não disparam este alerta, pois fazem o scan de forma passiva:
ALERT: Suspicious client 00:12:F0:99:71:D1 - probing networks but never participating.
O Kismet gera um dump contendo todos os pacotes capturados, que vai por padrão para a pasta "/var/log/kismet/". A idéia é que você possa examinar o tráfego capturado posteriormente usando o Ethereal. O problema é que, ao sniffar uma rede movimentada, o dump pode se transformar rapidamente num arquivo com vários GB, exibindo que você reserve bastante espaço no HD.
Um dos maiores perigos numa rede wireless é que qualquer pessoa pode capturar o tráfego da sua rede e depois examiná-lo calmamente em busca de senhas e outros dados confidenciais transmitidos de forma não encriptada. O uso do WEP ou outro sistema de encriptação minimiza este risco, pois antes de chegar aos dados, é necessário quebrar a encriptação.
Evite usar chaves WEP de 64 bits, pois ele pode ser quebrado via força bruta caso seja possível capturar uma quantidade razoável de pacotes da rede. As chaves de 128 bits são um pouco mais seguras, embora também estejam longe de ser inquebráveis. Em termos se segurança, o WPA está à frente, mas usá-lo traz problemas de compatibilidade com algumas placas e drivers.
Sempre que possível, use o SSH, SSL ou outro sistema de encriptação na hora de acessar outras máquinas da rede ou baixar seus e-mails.
No Guia "Acesso Remoto: SSH, FreeNX e VNC", vemos como é é possível criar um túnel seguro entre seu micro e o gateway da rede, usando o SSH, permitindo assim encriptar todo o tráfego. Ele está disponível no:
Gostou da dica? Venha fazer um curso com o autor:
Curso: Redes e servidores Linux
Com Carlos E. Morimoto
Em São Paulo, de 29/05 a 03/06 (intensivo, com aulas à tarde)
Este é um curso sobre a configuração de servidores Linux. Nele você aprende a configurar cada serviço diretamente nos arquivos de configuração ou utilizando ferramentas genéricas, sem se prender a uma única distribuição. Os exemplos dados durante o curso usam como base o Debian e Fedora, com dicas de peculiaridades do Mandriva, Slackware, Kurumin e Ubuntu.
Este é um curso intensivo, onde você passa menos tempo vendo teoria e opções pouco usadas e mais tempo aprendendo a resolver problemas do dia a dia. O formato das aulas permite que sejam abordados uma grande quantidade de temas numa única semana, oferecendo uma visão global dos recursos disponíveis e onde eles podem ser aplicados. Ao invés de fazer um curso sobre o Squid, outro sobre o Samba, outro sobre o Apache, etc., você aprende muitas coisas de uma única vez, economizando tempo e dinheiro.
Nesta turma do dia 29/05, combinou do curso de redes e o curso para iniciantes serem ministrados na mesma semana: o curso para iniciantes de segunda a sexta, das 8:00 às 11:00, e o curso de redes das 12:30 às 18:00. Fazendo o curso de redes, você tem acesso também às aulas para iniciantes e pode fazer os dois cursos simultaneamente (pagando apenas um), e assim aproveitar para tirar todas as dúvidas.
Veja mais detalhes sobre a programação de cursos, temas abordados, preços e formas de pagamento no:
http://guiadohardware.net/cursos/
Todas as aulas do curso de redes são ministradas pelo próprio Carlos Morimoto, o que garante o nível do curso. Nada de aulas inaugurais e mutretas do gênero :)
Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20060509.html
Entrevista com Aleph1: Moderador Lista Bugtraq
Entrevista com Aleph1 - Moderador Lista Bugtraq
Colaboração: Josué de Freitas
O site Underlinux.com.br realizou uma interessante entrevista com um dos mais importantes especialistas em segurança de computadores da atualidade.
Aleph1, o conhecido moderador da bugtraq, respondeu a algumas perguntas sobre o presente e o futuro da segurança. A entrevista encontra-se em http://www.underlinux.com.br/sections.php?op=viewarticle&artid=91
Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20011109.html
Tecnologia Aplicada à Educação
Tecnologia Aplicada à Educação
Colaboração: Rubens Queiroz de Almeida
Para quem tem interesse na área de tecnologia aplicada à educação, recomendo a lista EduTec, cujos membros (cerca de 300, no momento) têm um site no endereço http://www.edutecnet.com.br onde estão as informações sobre como participar da lista (na seção "Grupo de Discussão").
A lista e o site são coordenados pelo Prof. Eduardo Chaves da Faculdade de Educação da UNICAMP.
O site cobre ainda os seguintes assuntos:
Textos online, bibliografias, lista de teses e dissertações relevantes, resenhas, citações
Links para sites de interesse, escolas, e bibliotecas de educação
Link para lojas virtuais onde você pode comprar online livros, CD-ROMs, acessórios e suprimentos para computadores e outros produtos úteis na educação
Oportunidades de online learning (ou ensino a distância, se preferir) e informações sobre cursos presenciais
Acesso às mensagens do Grupo de Discussão EduTec e a chat (neste caso, em breve)
Relatos de experiência e sugestões práticas para o uso de tecnologia na educação
Informações sobre associações de profissionais da área e o que os profissionais do setor estão fazendo
Indicação de produtos de interesse
Informações sobre artigos relevantes na mídia, eventos, e outras notícias
Texto completo de legislação (incluindo pareceres de Conselhos de Educação), arquivos para download (Parâmetros Curriculares Nacionais, por exemplo)
Oportunidade de submeter perguntas às autoridades da área (Ministro da Educação, Secretários da Educação)
Discussão de conceitos básicos, da história da tecnologia na educação no Brasil
Uma quantidade enorme de outras informações de interesse.
Vale a pena conferir.
Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/19990412.html
DL-Forum
DL-Forum
Para propiciar um forum de discussão e auxílio na resolução de problemas, a lista Dicas-L oferece uma lista associada, chamada DL-Forum.
Esta lista foi criada nos moldes da lista Sun-Managers, que acho um dos melhores recursos existentes na Internet para administradores de sistema. Nesta lista a pessoa envia suas mensagens solicitando ajuda. As respostas não voltam para a lista. Quem solicitou ajuda fica com a obrigação (moral) de testar as soluções recebidas e mandar de volta para a lista um resumo das respostas que recebeu e a solução que funcionou.
Estas mensagens de resposta devem ser identificadas pela palavra "Resumo" no subject da mensagem seguidas do título original, de forma a facilitar o seu posterior armazenamento e indexação
Desta forma reduz-se o tráfego de mensagens e os resumos enviados irão contribuir para reduzir significativamente o tempo investido na descoberta de soluções para problemas.
As mensagens de resumo estão armazenadas em http://www.ccuec.unicamp.br/~queiroz/dl-forum/html/maillist.html = As mensagens de resumo, e apenas elas, serão armazenadas e disponibilizadas no website da lista Dicas-L (http://www.dicas-l.com.br) Desta forma eliminamos situações do tipo em que alguém pede alguma coisa e um monte diz apenas "eu também tenho este problema" e outras variações na mesma linha.
O cadastramento não será automático. A filosofia da lista Dicas-L e desta nova lista são radicalmente diferentes, portanto não faz sentido fazer o cadastramento dos assinantes da Dicas-L nesta nova lista.
Quem quiser se cadastrar na lista DL-FORUM deve enviar um email para o endereço <DL-FORUM-subscribe (a) egroups com>. Não precisa preencher nada, nem o campo "Subject" nem o corpo da mensagem. É preciso entretanto confirmar a assinatura. Após enviar a mensagem para o endereço de cadastramento, o assinante receberá de volta uma mensagem de boas vindas do serviço eGroups. Para confirmar o cadastramento basta responder à mensagem, também sem precisar preencher nada. Esta é uma feature muito bem-vinda, pois impede que pessoas façam cadastramento de outros sem o consentimento apropriado.
Para quem quiser ver o funcionamento do serviço de consulta ao arquivo da lista Sun-Managers, o endereço é http://138.47.18.128:80/sunman-search.html
Enfim, fica aqui o convite. Caso as diretrizes propostas sejam realmente seguidas não tenho dúvida alguma de que este novo serviço virá a ser realmente muito útil para todos nós.
Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20000504.html
Listas de discussão (http://www.coollist.com)
Listas de discussão (http -//www.coollist.com)
Colaboração: Lenimar N. Andrade (<lenimar (a) netwaybbs com br>)
CoolList é um site onde voce pode criar gratuitamente sua propria lista de discussão.
A criação de lista é muito simples. Segue aproximadamente o seguinte roteiro:
1) Voce escolhe o nome da lista. Por exemplo, se voce escolher o nome "humor" para a lista, entao o endereço completo da lista ficará sendo <humor (a) coollist com> ; 2) Fornece seu endereço eletronico e define senha de acesso; 3) Define se a lista é moderada (censurada) ou não; 4) Fornece alguns endereços para a composição inicial da lista. A inscrição de outros assinantes poderá ser feita posteriormente visitando-se a pagina do servidor.
Assim que for feita a inscrição, a lista já poderá comecar a funcionar. Voce deverá ver uma mensagem como a mostrada abaixo:
Your mailing list has been successfully created! Your list is now active. You may start posting to it. Thank you for using Coollist. Às mensagens que circulam nas listas de CoolList.com são anexa- dos pequenos anuncios, como por exemplo: --------------------------------------------------------- A little over the budget? Talk to us. Astra Labs Web Hosting - http://www.astraweb.com --------------------------------------------------------- Segue algumas informacoes adicionais que aparecem na pagina do servidor. Coollist is a web-based system that allows users to create FREE mailing lists on the Coollist server. The Coollist system is easy to use and is accessible from anywhere in the world! Even when you are not on your own PC. Coollist is perfect for : - Keeping in touch with old friends - Keeping your clients up to date with new products - Keeping your employees up to date - Discussion groups - Webmasters keeping their visitors informed - No More long "cc:" strings Coollist does not discriminate! No matter where you are in the world, or whether you are an individual or a big corporation, you are free to use our service. Coollist guarantees that we will not sell OR give out the E-Mail addresses of ANY of your members. We DO NOT tolerate E-Mail spamming and junk mail and will ensure that all of our user's E-Mail addresses are protected. Any Coollist users caught using Coollist for spamming purposes will find his/her account terminated immediately. We will do our best to keep Coollist spam-free. If you would like to unsubscribe from a list but dont know how to, email unsubscribe@coollist.com. Do NOT email Coollist staff members to unsubscribe.
Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/19970907.html
A Reconstrução da Torre de Babel
A Reconstrução da Torre de Babel
Colaboração: Rubens Queiroz de Almeida
A mensagem de hoje circulou originalmente na revista de Informação e Tecnologia do Centro de Computação da Unicamp. A mensagem aborda a questão do aprendizado da língua inglesa com fins de leitura e fornece algumas dicas muito boas e mostra que o inglês não é tão difícil de se dominar como muitos pensam.
A mensagem é um tanto longa, mas se você precisa da língua inglesa para desempenhar a sua profissão, garanto-lhe que vai valer a pena.
O documento original encontra-se em http://www.revista.unicamp.br/navegacao/index4.html
Enfim, se o assunto lhe interessa, boa leitura!
Diz a Bíblia que muitos anos atrás todos os habitantes da Terra se uniram para construir uma torre que chegasse até o céu, para tornar seu nome célebre e impedir que fossem espalhados pelo mundo. Para punir os homens por sua ambição demasiada, Deus confundiu sua linguagem e depois os dispersou pelo mundo.
Ainda hoje os povos da Terra falam uma imensidão de línguas diferentes. Na Internet entretanto, apesar dos muitos povos que autilizam, existe um meio de comunicação comum. Da mesma forma que os computadores se comunicam independentemente de cor e raça, ou melhor, de fabricante e protocolo de comunicação, também os internautas possuem uma linguagem comum: a língua inglesa. Será a Internet uma nova Torre de Babel, construída para reunificar eletronicamente os habitantes deste lindo mundo azul?
É claro que nem todos que utilizam a Internet compreendem a língua inglesa. Porém mais de 80% dos documentos e das comunicações feitas através da Internet encontram-se em inglês. Apenas 0,7 % do oceano de informação que é a Internet está em português. É perfeitamente possível usar a Internet e se divertir muito navegando apenas por sites escritos em português. Fazer isto entretanto é o equivalente a ir à praia, não entrar na água e ficar se molhando com um baldinho de água que alguém encher para você. O que fazer? Aprender inglês é difícil e demora muitos anos. Como então adquirir o domínio desta ferramenta tão essencial à utilização plena da Internet? Realmente, para se ler, falar, escrever e ouvir com fluência a língua inglesa são necessários de seis a oito anos de estudo constante. Para que aprender tanta coisa se o mais importante é apenas ler? É muito mais fácil dominar um dos aspectos de um idioma (leitura) do que todos os quatro simultaneamente (ler, ouvir, falar e escrever). A Internet possui muito conteúdo interativo, onde a capacidade de se falar e escrever bem a língua inglesa certamente é uma grande vantagem, mas o mais importante certamente é saber ler. Ler para utilizar a informação existente na Internet para aprender, resolver problemas pessoais ou profissionais, se divertir, enfim, para uma infinidade de propósitos.
Como aprender a ler? É raro encontrar um curso de inglês onde se ensine o aluno apenas a ler. Só vendem o pacote completo, o que é totalmente insensato. Se precisamos investir vários anos para dominar o idioma em todos os seus aspectos, aprender a ler certamente demora muito menos. Em apenas quatro meses é possível obter uma compreensão razoável do idioma que nos permite começar a compreender textos em inglês.
Mas porque a leitura é mais fácil de se dominar? A própria Internet nos dá a resposta. Em um estudo realizado em 1997, realizamos um trabalho para determinar as palavras mais comuns da língua inglesa e seu percentual de ocorrência. Para este estudo utilizamos os livros online do Projeto Gutemberg. Este projeto, integrado por voluntários, tem por objetivo digitalizar obras de literatura cujos direitos autorais tenham se expirado. Nos Estados Unidos uma obra é colocada no domínio público 60 anos após a morte do autor. Obras de autores como Jane Austen, Conan Doyle, Edgar Rice Burroughs, e muitos outros estão disponíveis gratuitamente na Internet. De posse destes livros, 1600 ao todo na época da pesquisa, fizemos então nossos cálculos. Os 1600 livros combinados geraram um arquivo de 680 MB contendo aproximadamente sete milhões de palavras. Os resultados foram bastante surpreendentes. As 250 palavras mais comuns compõem cerca de 60% de qualquer texto. Em outras palavras, se você conhece as 250 palavras mais comuns, 60% de qualquer texto em inglês é composto de palavras familiares. Para facilitar ainda mais a nossa tarefa os cognatos, que são as palavras parecidas em ambos os idiomas (possible e possível, por exemplo), totalizam entre 20 e 25% do total das palavras. Aí já temos então 80 a 85% do problema de vocabulário resolvido. Se subirmos o número de palavras mais comuns a 1.000, chegamos a 70%. Somando a este valor os cognatos chegamos a valores entre 90 a 95% de um texto.
É claro que 90 ou 95% ainda não chega a 100%. Como fazer com o restante das palavras? Mais uma vez, usamos nossa intuição (lembra-se que nossa intuição está correta em 99,999% das vezes?). Pensemos em nosso texto como um enigma a ser desvendado. Possuímos alguns elementos familiares, as palavras que conhecemos, e outros que nos são desconhecidos. Devemos deduzir, por meio de nossa intuição, de nossos conhecimentos anteriores, o que as palavras desconhecidas podem significar. Não precisamos nos preocupar com todas as palavras, apenas com aquelas que desempenhem um papel importante no texto. Quais são elas? Se uma palavra aparece com relativa frequência em um texto, ela certamente desempenha um papel importante na compreensão do todo. Se uma palavra aparece apenas uma vez, muito provavelmente não precisaremos nos preocupar com ela.
O maior problema é que tal enfoque é encarado de forma suspeita pela maioria das pessoas. Como é possível, ignorar uma palavra desconhecida e continuar lendo como se nada houvesse acontecido? O que estamos propondo não é nada absurdo. Qual foi a última vez em que consultou um dicionário? Toda vez que encontramos uma palavra desconhecida vamos em busca do dicionário? Muito provavelmente não. O que acontece é que, como a nossa familiaridade com o português é grande, na hipótese de depararmo-nos com uma palavra desconhecida, o seu sentido, dado o contexto que a cerca, será facilmente deduzido. Isto tudo praticamente sem mesmo nos darmos conta do ocorrido. A não ser que nos proponhamos a tarefa de parar a cada vez que encontrarmos uma palavra desconhecida, a nossa leitura se dá com frequência sem interrupções. As palavras desconhecidas são intuídas, quase que subconscientemente, e passam a integrar o nosso vocabulário. Considerando-se que o vocabulário de um adulto consiste de aproximadamente 50.000 palavras, é ridículo imaginar que tal conhecimento tenha sido adquirido através de 50.000 visitas ao dicionário. Este vocabulário foi adquirido, em um processo iniciado em nossa infância, de forma contínua e através da observação do nosso ambiente, observando outras pessoas falarem, prestando atenção nas palavras utilizadas em determinadas situações e também através da leitura.
A nossa estratégia para o domínio da língua inglesa para leitura é exatamente aquela utilizada há milhares de anos, com excelentes resultados, pela raça humana. Aprendizado natural, seguindo nossos instintos e pela interação com o ambiente que nos cerca.
Como vimos, o domínio das palavras mais frequentes da língua inglesa, pode nos ajudar a dar um impulso substancial em nosso aprendizado. Nesta listagem as palavras não estão organizadas alfabeticamente, mesmo porque não é nosso objetivo reproduzir aqui um dicionário. Também não incluímos todos os significados possíveis das palavras apresentadas. Todas as palavras são apresentadas em contexto, em exemplos de utilização. Não fornecemos a definição da palavra. Para cada palavra são listados em média três exemplos de utilização, com a respectiva tradução.
É muito importante ressaltar que estas palavras não devem ser memorizadas de forma alguma. O ser humano não funciona de forma semelhante ao computador, onde as informações podem ser armazenadas de qualquer forma, e ainda assim estão disponíveis em milésimos de segundos quando necessitamos. O ser humano, para reter alguma informação, precisa situá-la dentro de um referencial de conhecimentos. A informação nova precisa se integrar à nossa visão do mundo, à nossa experiência prévia. Apenas desta forma podemos esperar que o conhecimento adquirido seja duradouro. A maioria de nós certamente já vivenciou situações em que dados memorizados desapareceram de nossa memória quando não mais necessários. Ao contrário, tudo que aprendemos ativamente, permanece presente em nossa memória de forma vívida por muitos e muitos anos.
Embora esteja sendo fornecida uma lista de palavras, não adote de forma alguma o procedimento padrão de memorização, que é a repetição intensiva dos itens a serem memorizados. É certo que cada um de nós possui estratégias distintas para lidar com o aprendizado, mas eu gostaria de sugerir uma forma de estudo que certamente funciona.
Primeiramente, não tenha pressa. Não memorize, procure entender os exemplos. Para cada palavra apresentada, leia os exemplos e suas respectivas traduções. Não se preocupe em reter na memória o formato exato das frases e nem de sua tradução. O objetivo é apenas compreender o significado da palavra apresentada e apenas isto. Uma vez compreendido este significado o objetivo foi alcançado.
Em segundo lugar, procure ler apenas enquanto estiver interessado. Não adianta nada ler todas as palavras de uma vez e esquecer tudo dez minutos depois. Se nos forçarmos a executar uma atividade monótona por muito tempo, depois de alguns momentos a nossa atenção se dispersa e nada do que lemos é aproveitado. Eu sugiro a leitura de dez palavras diariamente. Caso você ache que 10 palavras diárias é muito, não tem importância, este número é sua decisão. Se quiser ler apenas uma palavra, o efeito é o mesmo. Irá demorar um pouco mais, mas chegar ao final é o que importa. É só não esquecer, você deve LER as palavras e NUNCA tentar memorizar as palavras e os exemplos.
E finalmente, faça revisão. No primeiro dia leia e entenda dez palavras (ou quantas julgar conveniente). No segundo dia leia mais dez palavras e faça a revisão das dez palavras aprendidas no dia anterior. No terceiro dia, aprenda mais dez palavras e revise as vinte palavras aprendidas nos dias anteriores. E assim por diante até o último dia, onde aprenderá as últimas dez palavras e revisará as 240 palavras anteriores. Muito importante, por revisão não quero dizer que se deve fazer a leitura de todas as palavras e exemplos anteriores. As palavras mais frequentes estão grafadas em tipo diferente e em negrito, para que possamos localizá-las facilmente na página. Apenas examine as palavras anteriores em sua revisão. Caso não se recorde de seu significado, então, e apenas então, leia os exemplos. A revisão é extremamente importante. Nós realmente aprendemos quando revisamos conceitos aos quais já fomos expostos. Procedendo desta forma, tenha certeza de que tudo o que aprendeu será absorvido de forma permanente, constituindo a base fundamental de tudo que irá aprender em seus estudos da língua inglesa.
Caso a sua motivação seja realmente alta e você queira reler todos os exemplos já estudados, vá em frente. Como você pode notar, os exemplos empregam um vocabulário bastante rico. A leitura mais frequente dos exemplos fará com que ao final do estudo o seu vocabulário tenha se enriquecido muito além das 750 palavras básicas.
Outro ponto importante é a questão do estudo da gramática. A gramática, ou o estudo da estrutura da língua, deve ser apenas para ajudar o aluno a identificar as construções verbais. Não é necessária, para fins de aprendizado da leitura, a memorização de estruturas gramaticais. Como já afirmado, o nosso aprendizado se dá de forma natural. Da mesma forma que uma criança não tem aulas de gramática para aprender sua língua materna, nós também não devemos nos preocupar com este aspecto em nosso estudo. A leitura dos exemplos das palavras mais comuns irá lançar os fundamentos iniciais do conhecimento da estrutura da língua inglesa.
Resta agora esclarecer um ponto, que é a desculpa favorita de todos nós nos dias de hoje: a falta de tempo. Tempo certamente é fácil de se encontrar para fazer aquilo que nos dá prazer. Para resolver o problema de tempo para este estudo, pense nesta atividade como algo prazeiroso e que lhe trará benefícios enormes, tanto no campo pessoal como profissional. E além do mais, o aprendizado e a revisão das palavras pode ser feito diariamente em não mais de quinze minutos. Se levarmos em conta que os intervalos comerciais em programas de televisão geralmente duram entre quatro a cinco minutos, todo o tempo necessário para este estudo pode ser encaixado nos intervalos de sua novela favorita, certo?
Então, mãos a obra. Depois que você conhecer as 250 palavras mais comuns da língua inglesa você poderá verificar como o aprendizado da leitura da língua inglesa se tornam muito mais fácil. Nesta lista foram incluídas 750 palavras. Faça um esforço e tente conhecer a todas elas. A sua tarefa vai ficar ainda mais fácil.
Nos anos de 1996 e 1997 a Diretoria de Recursos Humanos da UNICAMP promoveu um programa de capacitação que incluía um programa de treinamento em inglês instrumental para seus funcionários usando a metodologia descrita nos parágrafos anteriores. Nestes dois anos passaram pelo programa de inglês instrumental aproximadamente 1.000 funcionários. Conseguiu-se atender um número tão grande de pessoas justamente porque o aprendizado da língua inglesa para leitura é consideravelmente mais fácil. Além desta facilidade é possível se ministrar o curso em salas maiores, com até cem alunos, o que é impensável em um curso tradicional. Em cursos normais de inglês cada aluno deve ter atenção especial do professor como pré-requisito indispensável ao aprendizado.
Como produto deste treinamento foram criados vários materiais didáticos, um dos quais é justamente um pequeno livro, já citado, contendo as 750 palavras mais comuns da língua inglesa. O significado de cada palavra é ilustrado com três exemplos em média, onde a palavra é usada em contextos diferentes. Este pequeno manual está disponível para download na Internet. Além deste manual, existem também outros documentos que descrevem em detalhes como foi realizado o cálculo que determinou estas palavras mais comuns (ver referências).
Além do aprendizado das palavras mais comuns, o interessado em aprender o inglês para leitura, deve procurar intensificar o seu contato diário com a língua inglesa. Para isso a Internet pode novamente vir em nosso auxílio. Basta procurar nela pelo que nos interessa. Na Internet existe informação de todos os tipos e para todos os gostos. Basta saber e querer procurar.
No curso de inglês instrumental ministrado na Unicamp, para suplementar o ensino em sala de aula e para manter o aluno em contato diário com a língua inglesa, foi criada uma lista eletrônica chamada EFR (English for Reading). Nesta lista é veiculada diariamente uma história, preferencialmente engraçada (afinal, quem não gosta de uma boa piada?) ou uma citação. As histórias são em inglês e as palavras mais incomuns são comentadas. Desta forma os alunos aprendem todos os dias duas ou mais palavras novas. Todos os dias. Em um ano este pequeno esforço diário pode vir a fazer uma diferença. O curso acabou em 1997 mas a lista continua enviando suas mensagens. Esta lista é hoje aberta a todos os internautas e conta com vários participantes externos além dos participantes do curso ministrado na Unicamp. Todas as mensagens já veiculadas na lista EFR estão arquivadas na Web no endereço http://www.dicas-l.com.br , item "English for Reading".
O objetivo primordial do curso de inglês instrumental era demonstrar que se é possível aprender inglês para leitura facilmente e despertar o gosto pela leitura. Quanto mais se ler em inglês mais se aprende o idioma, o que não é novidade nenhuma. Como vivemos no Brasil, país de língua portuguesa, as nossas necessidades de utilizar outra habilidade que não a leitura em inglês são bastante esporádicas. Mas não precisamos parar por aí. A leitura serve também para desenvolver as outras habilidades necessárias ao domínio da língua inglesa: a fala, a escrita e a compreensão da língua falada. O principal é que em um período de tempo bastante curto já estaremos habilitados a navegar pela Internet inteira e não apenas pela pequena porção representada pela língua portuguesa.
Finalmente, queria lembrar a todos que aprender o inglês é bastante fácil. Basta deixar de lado os preconceitos e traumas que temos com a língua inglesa e realmente acreditarmos em nossa capacidade de aprender. Não leva a nada guardar rancores de tentativas frustradas de aprendizado ocorridas no passado. O domínio da língua inglesa é hoje o nosso passaporte para um mundo de informações que podem nos ser úteis tanto na esfera pessoal quanto profissional. Se você não domina a língua inglesa o momento certo para começar é hoje. Consulte as referências deste artigo, estude com calma a lista das palavras mais comuns e assine a lista EFR. Você vai ver que sem fazer muita força em, pouco você estará se locomovendo com desenvoltura cada vez maior pela Torre de Babel reconstruída que é a Internet. Depois me escreva contando os resultados.
Referências:
Global Internet Statistics (by Language) http://www.euromktg.com/globstats/
Projeto Gutenberg http://www.promo.net/pg/
Dicas-L http://www.dicas-l.com.br
Palavras mais Comuns da Língua Inglesa http://www.dicas-l.com.br/dicas-l/971002.html Este documento descreve os procedimentos utilizados para se determinar as 1000 palavras mais comuns da língua inglesa e faz uma apresentação dos resultados obtidos. Neste documento as palavras mais comuns são listadas juntamente com seu percentual de ocorrência.
As 750 palavras mais comuns da Língua Inglesa http://www.dicas-l.com.br/dict.pdf Este documento, no formato PDF, contêm as 750 palavras mais comuns da língua inglesa com exemplos de utilização. Para ler e imprimir arquivos no formato PDF é necessário instalar em seu computador o programa Adobe Acrobat Reader, que pode ser encontrado no endereço http://www.adobe.com
As 1000 Palavras Mais Comuns da Língua Inglesa http://www.dicas-l.com.br/dicas-l/dicas-l/971003.html Este artigo lista as 1000 palavras mais comuns da língua inglesa e seu percentual de ocorrência.
Notas:
1. A comparação da Torre de Babel com a Internet eu encontrei em um artigo escrito por Luiz de Rezende Puech que se encontra em http://www.webmark.com.br/framese.html . Esta analogia, bastante criativa, nunca mais me saiu da cabeça e aproveitei este artigo para abordar o assunto a partir de uma ótica diferente.
2. A história da Torre de Babel encontra-se na Bíblia, no livro de Genesis, capítulo 11. Reproduzo a seguir alguns dos versículos da história, tal como se encontra na Bíblia.
(Genesis 11:6) e o SENHOR disse: Eis que o povo é um, e todos têm a mesma linguagem. Isto é apenas o começo; agora não haverá restrição para tudo que intentam fazer.
(Genesis 11:7) Vinde, desçamos e confundamos ali a sua linguagem, para que um não entenda a linguagem de outro. (Genesis 11:8) Destarte, o SENHOR os dispersou dali pela superfície da terra; e cessaram de edificar a cidade. (Genesis 11:9) Chamou-se-lhe, por isso, o nome de Babel, porque ali confundiu o SENHOR a linguagem de toda a terra e dali o SENHOR os dispersou por toda a superfície dela.
3. Para assinar a lista EFR (English for Reading) basta enviar uma mensagem para o endereço <efr-subscribe (a) onelist com> .Não é necessário digitar nada na mensagem, nem no "Subject:" nem no corpo.
Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/19991109.html
VSFTPD
VSFTPD
Colaboração: Ali Faiez Taha
Esta dica se refere ao servidor FTP denominado VSFTPD. O autor é Chris Evans <http://vsftpd.beasts.org/> vsftpd - probably the most secure and fastest FTP server for UNIX-like systems
Conforme consta no site do servidor, provavelmente é o servidor FTP mais seguro para sistemas Unix like.
Já vem nos CDs das distribuições Linux.
A instalação é bem simples e descomplicada. No Linux Debian (Woody) a versão do VSFTPD é a 1.0.0. O detalhe é que no Debian é preciso ter instalado a biblioteca libcap-dev
O arquivo de configuração vsftpd.conf possui parâmetros que permitem controlar timeout de conexões, número de conexões simultâneas, número de conexões por endereço IP e até quais usuários podem fazer uso do chroot.
Pode ser instalado através de pacotes já compilados (RPM, DEB, etc) e através da compilação dos fontes. O VSFTPD pode trabalhar com os serviços INETD, XINETD ou em modo Standalone. A recomendação é que seja usado em conjunto com o INETD ou XINETD, pois pode ser melhor controlado.
Quando controlado pelos serviços INETD ou XINETD, o TCP_WRAPPER (arquivos /etc/hosts.allow e /etc/hosts.deny) pode ser usado limitando os endereços IPs e redes que podem ter acesso ao servidor vsftpd.
No modo Standalone isto não é possível. Os limites devem ser estabelecidos no arquivo vsftpd.conf . Também pode ser usado em conjunto com o PAM (Pluggable Authentication Modules) o que pode ser uma boa solução para autenticação de usuários locais.
A documentação é bem abrangente e tem até um artigo descrevendo o software e sua utilização:
http://techrepublic.com.com/5100-6261-5034763.html
Lista de Discussão Hackers-L
Colaboração: Adriana Rohatsko
A palavra hacker é utilizada muitas vezes de forma errada pelos meios de comunicação não especializados como sinônimo de piratas e pichadores virtuais. Os hackers estão envolvidos em todas as áreas da computação como desenvolvimento de softwares livres e hardwares específicos e tem como característica principal, o amor pela computação.
A lista de discussão hackers-l tem o objetivo de resgatar o verdadeiro significado da palavra hacker, que nada tem a ver com bandidos que pouco ou nada entendem de computação. Os assuntos tratados podem ser de qualquer tipo, desde dúvidas em linguagens de programação, hardware e segurança até sistemas e arquiteturas específicas.
A lista não é moderada e todos podem enviar mensagens, desde que seja ético. A lista é administrada pela cientista de computação Adriana Rohatsko e pelo Engenheiro Narumi Abe.
A lista fica em http://groups.yahoo.com/group/hackers-l
Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20031215.html
Novidades Gmail
Novidades Gmail
Colaboração: Iraê
Estas dicas foram publicadas como comentário em uma mensagem anterior sobre o Gmail. Eu achei muito interessante o comentário e estou publicando, com algumas alterações.
O Gmail está fazendo um grande sucesso, e como é de se esperar, estão surgindo aplicativos para se fazer uma grande quantidade de coisas com ele.
Foi criada uma lista grande de alicativos para Gmail em várias plataformas. Vale a pena consultar.
Pra quem tem linux, que tal usar o Gmail como um HD de 1GB? Saiba mais sobre o software GmailFS.
Mesa Redonda sobre Software Livre com Sérgio Amadeu e Rodolfo Gobbi
No dia 1o. de outubro às 11h acontecerá na Escola Politécnica a mesa redonda "Software Livre e Autonomia Tecnológica", que terá como pauta o papel do software livre na construção da autonomia científica e tecnológica brasileira, abordando questões importantes como: a exploraração das diferentes formas de produção de software, o uso de padrões abertos em orgãos governamentais, o fomento a pesquisa científica utilizando programas de código aberto e o antagonismo software livre x software proprietário.
A mesa será composta por Sérgio Amadeu da Silveira, diretor-presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, órgão federal ligado à Casa Civil da Presidência da República, e por Rodolfo Gobbi, presidente da 4Linux, empresa líder no mercado nacional em soluções corporativas de tecnologia de informação em software livre. A mediação será feita pelo Prof. Dr. Arnaldo Mandel, do Instituto de Matemática e Estatística da USP.
Esta mesa redonda faz parte do I Fórum de Engenharia do Grêmio Politécnico, que acontece entre os dias 20 de setembro e 1o. de outubro e tem como objetivo ser um espaço para analisar o papel do engenheiro e sua formação no contexto nacional, bem como avaliar a posição mundial do Brasil em diversas áreas de interesse estratégico.
O evento é gratuito, mas para participar é necessária a prévia inscrição no site http://gremio.poli.usp.br.
Lista Usuários GNUCash
O GnuCash é um software livre para gestão financeira pessoal e de pequenas empresas.
Como o seu uso no Brasil tem crescido, foi criada uma lista de discussão brasileira para ele. Nela nós iremos tanto discutir o uso do Gnucash na realidade brasileira quanto trabalhar na tradução, documentação e em melhorias do sistema.
Para participar da lista visite:
https://lists.gnucash.org/mailman/listinfo/gnucash-br
Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20040929.html
about: URLs
about - URLs
Colaboração: Rubens Queiroz de Almeida
Vocês já viram alguma URL do tipo "about:URL"? Possivelmente não. Todavia, o browser netscape suporta este formato e abre uma página com informações para cada tipo de URL:
about:cache Lista todos os arquivos em seu cache de disco about:memory-cache Lista todos os arquivos no cache de memória about:image-cache Lista todas as imagens no cache de imagens about:global Lista todos os lugares que você visitou e quando
Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/19971109.html
Aprendizado da Língua Inglesa
Aprendizado da Língua Inglesa
Em 1998 eu lancei uma lista para o desenvolvimento, da habilidade de leitura da língua inglesa, chamada EFR (English for Reading).
Todos os dias úteis, à semelhança da lista Dicas-L, é distribuída uma mensagem com o vocabulário comentado. São piadas, citações, etc, que fazem com que diariamente a pessoa interessada tenha um contato com a língua inglesa. O arquivo integral desta lista encontra-se no site Aprendendo Inglês.
Estou lançando agora uma nova lista, chamada EFRL (English for Reading and Listening). Esta lista possui o mesmo conteúdo da lista EFR, porém distribui, em anexo, o texto gravado em formato mp3.
A gravação em áudio tem sido solicitada frequentemente ao longo dos anos por diversas pessoas e acredito que poderá se constituir em uma alternativa atraente para quem quiser desenvolver, além da habilidade de leitura, também a sua compreensão do inglês falado.
O preço para a assinatura anual é de R$ 56,00. Inscrições realizadas nos meses de abril e maio podem ser feitas a um preço promocional de R$ 48,00 (R$ 4,00 ao mês).
Inscrições: http://www.idph.net/inglesonline/efrl.shtml
As gravações são feitas por John Winder.
As mensagens diárias da lista EFR, sem o áudio, continuarão a ser oferecidas gratuitamente, como é feito desde o inicio de seu funcionamento em 1998.
Algumas amostras podem ser encontradas nos endereços:
- http://www.aprendendoingles.com.br/shtml/2006091.shtml
- http://www.aprendendoingles.com.br/shtml/2006092.shtml
- http://www.aprendendoingles.com.br/shtml/2006093.shtml
- http://www.aprendendoingles.com.br/shtml/2006094.shtml
- http://www.aprendendoingles.com.br/shtml/2006095.shtml
- http://www.aprendendoingles.com.br/shtml/2006096.shtml
- http://www.aprendendoingles.com.br/shtml/2006097.shtml
- http://www.aprendendoingles.com.br/shtml/2006098.shtml
- http://www.aprendendoingles.com.br/shtml/2006099.shtml
- http://www.aprendendoingles.com.br/shtml/2006100.shtml
Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20060418.html
Listas Linux-BR
Listas Linux-BR
Colaboração: Rubens Queiroz de Almeida
O site http://linux.unicamp.br, além de conter vários documentos em português sobre Linux, hospeda também o arquivo da lista Linux-BR. Este arquivo pode ser consultado de forma linear, mensagem a mensagem, ou através de um serviço de busca.
A lista Linux-BR é aberta a todos, porém as mensagens enviadas são moderadas, para impedir que assuntos não pertinentes ao forum de discussão sejam veiculadas.
Esta é a lista mais antiga de discussão de Linux no Brasil, e foi criada originalmente na Unicamp. Devido ao alto tráfego ela peregrinou por vários lugares e já faz algum tempo está novamente na Unicamp.
Vale a pena conferir. O endereço da página da lista é http://linux.unicamp.br/linux-br/index.html
Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/19990504.html
Lista de Anuncios do NBSO
Lista de Anuncios do NBSO
Colaboracao: Klaus Steding-Jessen
O NBSO e' o Grupo de Resposta a Incidentes de Seguranca¿½ para a Internet brasileira, mantido pelo Comite Gestor da Internet no Brasil. E' o grupo responsavel por receber, analisar e responder a incidentes de seguranca em computadores, envolvendo redes conectadas as Internet brasileira.
O NBSO criou uma lista de anuncios, com objetivo de divulgar:
- novos documentos e novas versoes de documentos desenvolvidos pelo NBSO;
- eventos apoiados pelo NBSO;
- cursos do NBSO, data e local de realizacao.
Esta e' uma lista de baixo trafego, com postagem liberada apenas para o moderador. Informacoes para se inscrever na lista podem ser obtidas em:
http://www.nbso.nic.br/listas/
Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20031222.html
Lista de Provedores de Espaço Gratuito na Web
Lista de Provedores de Espaço Gratuito na Web
Colaboração: Rubens Queiroz de Almeida
Para quem estiver procurando um local na Web para abrigar gratuitamente suas páginas, no endereço http://206.161.225.56/~maxlee/FWPReview/ = você consegue uma lista bastante abrangente.
Tem provedor que oferece até 25MB gratuitamente. Pesquisando bem você pode achar ofertas bem interessantes lá.
Até o momento, já foram analisados 175 provedores de espaço gratuito, de mais de 21 países diferentes. Cerca de 145 provedores de email gratuitos foram também indexados.
Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/19990413.html
Lista Discussão de Hardware
Lista Discussão de Hardware
Colaboração: Marcio Candiota Silveira [<marcio79 (a) zaz com br>]
Com a finalidade específica de discutir assuntos relacionados a hardware de computadores, foi criada a lista Hardware-BR. A Hardware-BR existe desde Julho de 1999, possuindo até o momento 190 membros.
A lista é bastante ativa e o cadastramento é aberto a todos e gratuito. Seu objetivo é trocar ideias e dúvidas sobre Hardware e configurações em geral.
Para assinar a lista envie um email vazio para o endereço <hardbr-subscribe (a) egroups com>
Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20000503.html
Avalanche (de emails)
Avalanche (de emails)
Uma das coisas que mais dou valor hoje em dia é o meu arquivo de filtros de email, que me permitem separar da montanha de emails que recebo diariamente aquilo que me é útil. A última vez que olhei, eu estava recebendo cerca de 1000 emails por dia, entre spams, auto respostas de diversos provedores e diversas mensagens de erro. Com os filtros eu consigo reduzir esta avalanche de mensagens para algo em torno de 60 a 80 mensagens, das quais eu devo ler aproximadamente umas 20. Eu uso o programa procmail no servidor Unix do Centro de Computação da Unicamp. Em uma dica anterior eu publiquei o arquivo de filtros que uso. De lá para cá este arquivo já cresceu muito. Este pessoal que escreve email lixo é bastante criativo.
Dentre as mensagens que recebo muitos me escrevem pedindo para eu solucionar problemas de informática. Muitos problemas eu só poderia resolver com muita pesquisa, o que infelizmente eu não posso fazer por não ter tempo. Felizmente o sistema Rau-Tu de perguntas e respostas tem ajudado em muito. Agora eu já tenho um lugar para enviar quem tem dúvidas de Linux. Em breve, com a liberação do código fonte do sistema Rau-Tu, eu tenho a esperança de que diversos portais aparecerão cobrindo não apenas a área de informática, mas problemas mais casuais como unha encravada, adestramento de animais, problemas conjugais e qualquer coisa imaginável.
Na mesma linha do Rau-Tu, estamos desenvolvendo mais um novo sistema da família Rau, o Nou-Rau. Quem adivinhar o que ele vai fazer ganha um doce. Aguardem para a semana que vem novidades para esta área.
Mas voltemos ao email. Por incrível que pareça, o que mais me exaspera não são os spams, que aliás recebo até poucos, mas as famigeradas auto-respostas. UOL, Zipnet, e muitos outros deveriam por uma restrição na configuração da auto-resposta por parte de seus usuários, como por exemplo a utilização por per¡odo não superior a quinze dias e apenas duas vezes ao ano. O que eu gostaria mesmo é que isto, a auto-resposta, fosse proibido, mas aí já é sonhar demais.
Por falar em spam, outro dia eu estava procurando uma lista em espanhol semelhante à lista EFR (English for Reading) que também mantenho. A lista EFR manda uma piada por dia em inglês com o vocabulário comentado, para ajudar o desenvolvimento do vocabulário para leitura. Pois então, eu achei uma que dizia que fazia isto e me inscrevi. Até hoje não recebi nenhuma mensagem para melhorar o meu vocabulário de espanhol, mas passei a receber diversos spams em espanhol, algo a que até o momento não tinha vivenciado. Passei a receber mensagens com subjects do tipo "Quieres ganar mucha plata?" e outras do genero. Mas não posso reclamar, até que o objetivo principal de aumentar o meu vocabulário de espanhol está sendo alcançado embora restrito a tópicos como maneiras de ficar rico fácil, conquistar mulheres "muy hermosas" e coisas do gênero.
Outra coisa interessante são as pessoas que se cadastram nas listas que mantenho, se esquecem do fato e depois escrevem diretamente para mim pedindo para se descadastrarem. Alguns me inundam com mensagens solicitando o descadastramento, com mensagens em letras maiúsculas, como se estivessem gritando, alguns já me ameaçaram de prisão (verdade, podem acreditar), e muitos outros episódios. Invariavelmente a maioria destas pessoas são muito mal educadas.
Às vezes eu fico com um certo remorso porque acho que poderia estar prestando um serviço muito melhor, escrevendo artigos mais interessantes, dicas mais úteis e por aí vai, mas infelizmente os fatos que descrevi acima, pensando em maneiras de deixar a minha caixa postal limpa e descadastrando os desinformados me tomam o tempo que eu poderia estar melhorando a qualidade das mensagens da Dicas-L.
Apesar disto tudo, manter esta lista é algo que me d muito prazer. Muitas pessoas colaboram com a lista, como vocês já devem ter notado. Aprendo muito pensando em coisas que podem ser úteis a todos os assinantes da Dicas-L, e no final eu acho que, apesar deste ser um serviço voluntário, eu ainda saio ganhando e muito.
Mas se você que está lendo esta mensagem usa a auto-resposta, me faça um pequeno favor, desligue isto. A Internet, a humanidade e eu mesmo agradecemos fervorosamente :-)
Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20010326.html
Listas de discussão (http://www.coollist.com)
Listas de discussão (http -//www.coollist.com)
Colaboração: Lenimar N. Andrade (<lenimar (a) netwaybbs com br>)
CoolList é um site onde voce pode criar gratuitamente sua propria lista de discussão.
A criação de lista é muito simples. Segue aproximadamente o seguinte roteiro:
1) Voce escolhe o nome da lista. Por exemplo, se voce escolher o nome "humor" para a lista, entao o endereço completo da lista ficará sendo <humor (a) coollist com> ; 2) Fornece seu endereço eletronico e define senha de acesso; 3) Define se a lista é moderada (censurada) ou não; 4) Fornece alguns endereços para a composição inicial da lista. A inscrição de outros assinantes poderá ser feita posteriormente visitando-se a pagina do servidor.
Assim que for feita a inscrição, a lista já poderá comecar a funcionar. Voce deverá ver uma mensagem como a mostrada abaixo:
Your mailing list has been successfully created! Your list is now active. You may start posting to it. Thank you for using Coollist. Às mensagens que circulam nas listas de CoolList.com são anexa- dos pequenos anuncios, como por exemplo: --------------------------------------------------------- A little over the budget? Talk to us. Astra Labs Web Hosting - http://www.astraweb.com --------------------------------------------------------- Segue algumas informacoes adicionais que aparecem na pagina do servidor. Coollist is a web-based system that allows users to create FREE mailing lists on the Coollist server. The Coollist system is easy to use and is accessible from anywhere in the world! Even when you are not on your own PC. Coollist is perfect for : - Keeping in touch with old friends - Keeping your clients up to date with new products - Keeping your employees up to date - Discussion groups - Webmasters keeping their visitors informed - No More long "cc:" strings Coollist does not discriminate! No matter where you are in the world, or whether you are an individual or a big corporation, you are free to use our service. Coollist guarantees that we will not sell OR give out the E-Mail addresses of ANY of your members. We DO NOT tolerate E-Mail spamming and junk mail and will ensure that all of our user's E-Mail addresses are protected. Any Coollist users caught using Coollist for spamming purposes will find his/her account terminated immediately. We will do our best to keep Coollist spam-free. If you would like to unsubscribe from a list but dont know how to, email unsubscribe@coollist.com. Do NOT email Coollist staff members to unsubscribe.
Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/19970907.html
Lista de Discussão de Sistemas Operacionais
Lista de Discussão de Sistemas Operacionais
Colaboração: "Flavio H. Moreira" [<scinet (a) altavista net>]
Para quem estiver interessado em discutir e acompanhar os avanços e inovações no mundo dos sistemas operacionais, uma boa pedida é a lista de discussão recem-criada os-vanguard.
Esta lista pode ser assinada em http://www.egroups.com/group/os-vanguard/ ou enviando um E-mail p/ <os-vanguard-subscribe (a) egroups com>
A descrição do assunto da lista é o seguinte:
Discussão e especulações sobre o desenvolvimento dos Sistemas Operacionais mais utilizados, como Linux e NT. Comparações de desempenho e novas caracteristicas dos SO's. Novas ideias, sistemas e emuladores de sistemas.
Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/19990817.html
Relay e AntiSpam: Como Prevenir e Lista Negra
Relay e AntiSpam - Como Prevenir e Lista Negra
Antes da mensagem de hoje, um pequeno aviso. Nos dias 15 e 16 próximos estaremos oferecendo o curso "Java no Desenvolvimento da Aplicações Orientadas a Objetos". Para maiores informações consultar o endereço http://www.ccuec.unicamp.br/treinamentos/calend2s_ext.htm
Relay e AntiSpam: Como Prevenir e Lista Negra
Colaboração: Antonio Ricardo Leocádio Gomes [<leocadio (a) unibh br>]
Em mensagem anterior mostramos como detectar se um site é vulnerável a spamming.
Como então barrar o spamming se o seu servidor de email é vulnerável?
No endereço http://www.antispam.org.br, encontram-se diversas informações úteis para quem quer evitar esta praga, tanto do ponto de vista do administrador como do usuário final. Ajuda também a esclarecer muitos pontos que muitos spammers, às vezes involuntários, desconhecem.
Enfim, um ótimo recurso, em português, para combater spamming.
Entrando na opção técnicas de bloqueio, você irá encontrar a técnica de bloqueio para todos os servidores de e-mail, Microsoft Exchange, Sendmail, além de roteadores Cisco.
Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20000410.html
Agradecimentos
Agradecimentos
Colaboração: Rubens Queiroz de Almeida
Na mensagem de hoje eu gostaria de agradecer a várias pessoas que nos ajudam a manter o trabalho realizado na lista Dicas-L.
Como todos devem saber, o tipo de atividade proposta nesta lista requer que se pesquise e busque informação constantemente.
Nesta empreitada, eu sou particularmente reconhecido ao Jorge Luciano Kolotelo, de Campinas, que tem doado regularmente ao Centro de Computação da Unicamp um número imenso de revistas de informática. Estas revistas têm ajudado não apenas o trabalho desenvolvido na lista Dicas-L quanto outras iniciativas dentro do Centro de Computação, particularmente a Revista do CCUEC, na seção de informativos técnicos (http://www.revista.unicamp.br/revista/navegacao/index1.html)
Gostaria também de agradecer ao Cláudio Rêgo, colunista da revista INFO EXAME, da Editora Abril. Na edição de janeiro o Cláudio escreveu, em sua coluna chamada "Fora da Trilha" uma nota bastante elogiosa sobre o trabalho desenvolvido na lista Dicas-L, o que contribuiu para aumentar enormemente a visibilidade de nosso trabalho. A lista passou de 1800 para 3111 assinantes em pouco mais de um mês graças a este empurrãozinho. Com um maior número de assinantes as colaborações à lista aumentaram sensivelmente e também a qualidade do material divulgado.
O Cláudio assina uma coluna na Internet, também pela revista INFO EXAME, no endereço http://www2.uol.com.br/info/reboot/index.shl A coluna chama-se Reboot. Boa leitura!
Finalmente gostaria também de agradecer às várias pessoas que me têm enviado suas mensagens de colaboração, dando dicas e informações valiosas que tenho me esforçado por repassar à lista.
A lista Dicas-L e os serviços prestados através do site são totalmente gratuitos. Ontem eu vi uma lista divulgando um conceito interessante. A lista se autodenominava como helpware. Helpware significa que você pode usar o que aprender na lista gratuitamente mas você tem por obrigação ajudar, elucidando dúvidas técnicas de outras pessoas, pelo menos uma vez por semana. Participe de listas de discussão e sempre que puder oriente outras pessoas.
Para encerrar esta mensagem, que já está muito grande, gostaria de dizer algo a respeito de colaborações. Eu não tenho nenhum pretensão de somente veicular dicas de última geração. Acho que para quem tem um problema, toda a ajuda é bem-vinda e existem problemas grandes e pequenos. Desta forma eu peço aos assinantes da lista que me enviem as soluções para os problemas que encontram e resolvem em seu dia a dia, não importa se simples ou complexos. Certamente estas receitas podem ser úteis a alguém.
Novamente, muito obrigado a todos :)
Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/19990226.html





Últimos comentários