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    Dicas vi

    by linuxdicas (09/12/2007 - 19:29)

    Dicas vi

    Colaboração: Rubens Queiroz de Almeida

    A partir de hoje e nos próximos dias estarei enviando algumas dicas sobre o uso do programa vi.

    O vi, embora odiado por muitos e amado por poucos (ninguém??), ainda é fundamental para a maioria dos administradores de sistemas Unix. E também é o único editor de textos que voce pode ter a certeza de encontrar em qualquer lugar e em qualquer condição do sistema operacional (modo monousuário, modo de recuperação e etc.).

    Então, a dica de hoje :-)

    Existem alguns caracteres dentro do vi que são identificados como caracteres de controle. Isto pode causar alguns inconvenientes, como por exemplo, se eu desejar mudar todas as ocorrências da string /home/cesar/bin/local_programs por /usr/bin/local_programs, eu teria que digitar o seguinte:

     %s//home/cesar/bin/local//usr/bin/local/g 

    Todos os caracteres "/" teriam que ser precedidos por um "" indicando que o caracter "/" neste caso não deve ser interpretado como um caracter de controle.

    É fácil se notar que quanto maior a string maior a possibilidade de erros.

    Mas uma característica do vi muito pouco conhecida é que nós podemos substituir a "/" por qualquer caracter que desejarmos. Desta forma, o exemplo acima pode ser escrito da seguinte forma:

     %s:/home/cesar/bin/local:/usr/bin/local:g ^ ^ ^ | | | 

    Neste caso o caracter "/" foi substituido pelo caracter ":" tornando desnecessário que se preceda o caracter "/" pelo caracter "". É claro que se o caracter ":" aparecesse na string a ser substituída ele teria que ser precedido por "".

     %s:/home/queiroz::/home/rubens:g ^^ 

    Adendo à dica do dia 19/03/97

    Para invocar o comando ftp, diretamente da linha de comando, no modo não interativo basta fornecer a flag "-i". Se este é o seu modo de trabalho preferido, você pode definir um alias para o comando ftp, inserindo no seu arquivo de configuração (.cshrc, para quem usa a cshell), a seguinte linha

     alias ftp "ftp -i" 

    Esta dica foi fornecida por Edierley Batista Messias (mailto:<ebm (a) japura dcc fua br>) do Departamento de Ciência da Computação da Universidade do Amazonas.




    Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/19970320.html

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    Instalação Linux em Modo Kickstart

    by linuxdicas (20/11/2007 - 05:41)

    Instalação Linux em Modo Kickstart

    Colaboração: Rubens Queiroz de Almeida

    1. Introdução

    É possível se fazer a instalação do Linux de forma automatizada, onde o programa de instalação obtém a resposta para a maioria das perguntas a partir de um arquivo de configuração. Desta forma o administrador pode obter um ganho considerável de tempo na instalação e configuração de um grande número de estações de trabalho Linux.

    Esta modalidade de instalação chama-se kickstart. O administrador de sistemas cria um arquivo de configuração onde são especificadas todas as opções de instalação como tipo de placa de rede, teclado, pacotes a serem instalados, número IP da estação e do gateway, endereço IP do servidor de nomes e várias outras alternativas.

    Este documento discute um subconjunto das opções disponíveis de instalação através do modo kickstart. Para maiores informações consultar o guia de instalação do Red Hat Linux, apêndice H (http://www.dicas-l.com.br/linux/rhl-instguide.pdf) Outra fonte útil de referência é o documento Kickstart-HOWTO distribuído juntamente com sistemas Red Hat Linux (/usr/doc/HOWTO).

    2. Quando usar?

    A opção kickstart de instalação do Red Hat Linux e derivados é interessante quando o administrador de redes necessita configurar um grande número de máquinas que possuem uma configuração de hardware semelhante. Desta forma a maior parte da instalação transcorre sem a necessidade de intervenção humana e apenas os ajustes finais são feitos manualmente.

    Como exemplo podemos citar a configuração de equipamentos em laboratórios de ensino, pré-instalação do Linux em máquinas recém-adquiridas antes da entrega ao usuário final e realização de upgrades de versão.

    3. Arquivo de configuração

    O arquivo onde são especificadas todas as opções para instalação do sistema Linux chama-se ks.cfg. Linhas iniciadas em # são tratadas como comentários. O arquivo abaixo foi utilizado para instalação do Conectiva Red Hat Linux em um micro IBM/PC 486. 66MHZ, 32 MB de memória:

     lang pt_BR network --bootproto static --ip 143.106.20.73 --netmask 255.255.255.192 --gateway 143.106.20.65 cdrom device ethernet ne --opts "io=0x300, irq 5" keyboard br-abnt2 zerombr yes clearpart --all part / --size 500 --grow part swap --size 64 install mouse --kickstart generic3ps/2 --emulthree timezone --utc Brazil/East xconfig --server "SVGA" --monitor "lg studioworks 55i" rootpw --iscrypted a1veRaxg0oW/. lilo --location mbr %packages @workstation %post # acrescentar comentário ao arquivo /etc/motd echo Sistema Instalado em modo Kickstart em ""< }/bin/date""{ > > /etc/motd # acrescentar diretiva search ao arquivo /etc/resolv.conf echo search unicamp.br ccuec.unicamp.br 

    Vamos agora analisar as opções selecionadas:

    lang pt_BR

    Esta opção seleciona o idioma de instalação, português do Brasil

    network --bootproto static|dhcp|bootp --ip 143.106.20.73 --netmask 255.255.255.192 --gateway 143.106.20.65

    Aqui temos as opções de configuração IP da máquina. O endereço IP é atribuído estaticamente, sem o uso de servidores DHCP. O endereço IP da máquina é 143.106.20.73, sua máscara de rede é 255.255.255.192 e o gateway da rede onde esta estação de trabalho se encontra é 143.106.20.65.

    cdrom|nfs --server nome.do.servidor --dir /caminho/da/imagem/redhatlinux

    A instalação será feita a partir de um cdrom

    device ethernet ne --opts "io=0x300, irq 5"

    A placa de rede é do tipo ne2000 ou compatível e está configurada para utilizar o endereço 0x300 e a interrupção de número 5. Esta informação pode ser obtida através do disquete de configuração normalmente distribuído com a placa de rede.

    keyboard br-abnt2

    Tipo de teclado. Esta opção, br-abnt2, é a utilizada pelos teclados nacionais. Normalmente apenas o Conectiva Red Hat Linux suporta esta opção.

    zerombr yes|no

    Indica se o MBR (Master Boot Record) deve ser totalmente apagado. Esta opção é a recomendada para novas instalações. Em máquinas onde existam partições válidas que se queira preservar utilizar ``zerombr no''.

    clearpart --all|linux

    Sinaliza se todas as partições existentes no equipamento devem ser apagadas.

    part / --size 500 --grow

    A diretiva part faz a alocação das partições de seu sistema Linux. Neste caso está sendo alocada a partição root com tamanho de 500MB. A diretiva --grow indica que, se ao final do processo de alocação de todas as partições ainda restar algum espaço livre, este espaço será acrescido ao tamanho especificado originalmente.

    part swap --size 64

    Esta diretiva aloca o espaço de swap

    install|upgrade

    Será feita uma nova instalação (ou um upgrade)

    mouse --kickstart generic3ps/2 --emulthree

    Especificação do mouse, tipo PS/2, com dois botões, com suporte à emulação de três botões.

    timezone --utc Brazil/East

    Região geográfica

    xconfig --server "SVGA" --monitor "lg studioworks 55i"

    Especificação do tipo de placa de vídeo e monitor

    rootpw --iscrypted a1veRaxg0oW/.

    A senha do usuário root pode ser incluída de forma encriptada, como acima, ou não. A senha, caso criptografada deve ser precedida da diretiva --iscrypted.

    lilo --location mbr

    O LILO (Linux Loader) será instalado no registro mestre de boot (MBR). Este é o default.

    @workstation|@server

    Neste seção especificamos os pacotes a serem instalados. Podemos fazer uma especificação mais genérica, como em nosso exemplo, ou especificar separadamente cada pacote que desejamos instalar. No Conectiva Linux versão 4.0 são os seguintes os valores possíveis, além dos já especificados acima:

     Base X Window System Mail/WWW/News Tools File Managers X multimedia support Console Multimedia Networked Workstation Dialup Workstation KDE 

    Na especificação no arquivo ks.cfg preceder os valores acima do caracter ``@''.

    Incluir nesta seção os comandos que você deseja executar após o fim da instalação. Exemplo:

     # acrescentar comentário ao arquivo /etc/motd echo Sistema Instalado em modo Kickstart em ""< }/bin/date""{ > > /etc/motd # acrescentar diretiva search ao arquivo /etc/resolv.conf echo search unicamp.br ccuec.unicamp.br 

    4. Como Instalar em modo Kickstart

    4.1. Através do disquete de boot

    Para utilizar o disquete de boot basta copiar o arquivo ks.cfg criado para o disquete de boot. No Linux isto pode ser feito através do comando mcopy visto que este disquete está no formato MS-DOS (FAT). A cópia pode também ser feita a partir de um sistema DOS.

    Isto feito, inserir o disquete no drive a: de seu computador. Ao aparecer o prompt

    boot: linux ks=floppy

    A partir deste ponto, se o seu arquivo ks.cfg estiver especificado corretamente, toda a instalação transcorrerá automaticamente.

    4.2. Através da Rede

    A instalação via rede requer a configuração de um servidor DHCP ou Bootp a partir do qual a estação de trabalho obtém suas informações de rede e a localização do arquivo kickstart. De posse destas informações o cliente tentará montar via NFS o sistema de arquivos com as informações que precisa. Esta opção de instalação será abordada em maiores detalhes nas próximas versões deste documento.

    5. Geração Automática do Arquivo ks.cfg

    O pacote mkkickstart permite a criação automática do arquivo ks.cfg. Este programa obtém a configuração de seu sistema automaticamente e cria um arquivo ks.cfg apropriado. É recomendável que o arquivo ks.cfg gerado seja examinado para verificar se todos os parâmetros codificados estão adequados.

    O pacote mkkickstart pode ser encontrado em

    http://ftp.unicamp.br/pub/conectiva/conectiva/RPMS/mkkickstart-1.2-2cl.noarch.rpm




    Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/19990922.html

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    A Vida em Modo Texto: tdl

    by linuxdicas (20/11/2007 - 04:25)

    A Vida em Modo Texto - tdl

    Embora eu use um ambiente gráfico para meu trabalho, a maior parte do do que faço é em modo texto. Editores, configuração do sistema, comandos, etc, prefiro sem dúvida uma linha de comando.

    Um utilitário que conheci recentemente e que se tornou indispensável para mim é o tdl, iniciais de To Do List. Como o nome diz, é um utilitário que nos permite manter listas de tarefas. O software tem muitos recursos, porém o básico já me atende muito bem.

    Para inserir lembretes, marcá-los como concluídos, etc. basta usar a linha de comandos.

    Para usar o programa, o primeiro passo é criar um banco de dados onde serão armazenados os seus lembretes:

     $ tdl create db 

     

    E então, é só criar os compromissos:

     $ tdl add "Acertar Dicas-L" 

     

    Para consultar:

     $ tdl ls 1 Acertar Dicas-L 

     

    Eu coloquei uma chamada ao comando tdl ls dentro do arquivo .bashrc, de forma que sempre que eu abro uma nova janela, a minha lista de compromissos é exibida.

    O software tem dezenas de outras funcionalidades e atende a todos os gostos.

    O tdl é um pacote Debian:

     apt-get install tdl 

     

    e pode também ser baixado da home page do projeto


    Curso Introdutório sobre os Protocolos TCP/IP

    No dia 29 de outubro eu estarei ministrando um curso introdutório, com duração de um dia, sobre os protocolos TCP/IP.

    Mais informações no site da GNU Solutions.




    Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20041003.html

    Tag: tdl

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    O que é o Software Livre?

    by linuxdicas (20/11/2007 - 02:02)

    O que é o Software Livre?

    Por Richard Stallman

    Fonte: http://www.gnu.org/philosophy/free-sw.pt.html

    Nós mantemos esta definição do Software Livre para mostrar claramente o que deve ser verdadeiro à respeito de um dado programa de software para que ele seja considerado software livre.

    "Software Livre" é uma questão de liberdade, não de preço. Para entender o conceito, você deve pensar em "liberdade de expressão", não em "cerveja grátis".

    "Software livre" se refere à liberdade dos usuários executarem, copiarem, distribuírem, estudarem, modificarem e aperfeiçoarem o software. Mais precisamente, ele se refere a quatro tipos de liberdade, para os usuários do software:

    • A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade no. 0)

       

    • A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade no. 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.

       

    • A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade no. 2).

       

    • A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade no. 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.

    Um programa é software livre se os usuários tem todas essas liberdades. Portanto, você deve ser livre para redistribuir cópias, seja com ou sem modificações, seja de graça ou cobrando uma taxa pela distribuição, para qualquer um em qualquer lugar. Ser livre para fazer essas coisas significa (entre outras coisas) que você não tem que pedir ou pagar pela permissão.

    Você deve também ter a liberdade de fazer modifcações e usá-las privativamente no seu trabalho ou lazer, sem nem mesmo mencionar que elas existem. Se você publicar as modificações, você não deve ser obrigado a avisar a ninguém em particular, ou de nenhum modo em especial.

    A liberdade de utilizar um programa significa a liberdade para qualquer tipo de pessoa física ou jurídica utilizar o software em qualquer tipo de sistema computacional, para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem que seja necessário comunicar ao desenvolvedor ou a qualquer outra entidade em especial.

    A liberdade de redistribuir cópias deve incluir formas binárias ou executáveis do programa, assim como o código-fonte, tanto para as versões originais quanto para as modificadas. Está ok se não for possível produzir uma forma binária ou executável (pois algumas linguagens de programação não suportam este recurso), mas deve ser concedida a liberdade de redistribuir essas formas caso seja desenvolvido um meio de cria-las.

    De modo que a liberdade de fazer modificações, e de publicar versões aperfeiçoadas, tenha algum significado, deve-se ter acesso ao código-fonte do programa. Portanto, acesso ao código-fonte é uma condição necessária ao software livre.

    Para que essas liberdades sejam reais, elas tem que ser irrevogáveis desde que você não faça nada errado; caso o desenvolvedor do software tenha o poder de revogar a licença, mesmo que você não tenha dado motivo, o software não é livre.

    Entretanto, certos tipos de regras sobre a maneira de distribuir software livre são aceitáveis, quando elas não entram em conflito com as liberdades principais. Por exemplo, copyleft (apresentado de forma bem simples) é a regra de que, quando redistribuindo um programa, você não pode adicionar restrições para negar para outras pessoas as liberdades principais. Esta regra não entra em conflito com as liberdades; na verdade, ela as protege.

    Portanto, você pode ter pago para receber cópias do software GNU, ou você pode ter obtido cópias sem nenhum custo. Mas independente de como você obteve a sua cópia, você sempre tem a liberdade de copiar e modificar o software, ou mesmo de vender cópias.

    "Software Livre" Não significa "não-comercial". Um programa livre deve estar disponível para uso comercial, desenvolvimento comercial, e distribuição comercial. O desenvolvimento comercial de software livre não é incomum; tais softwares livres comerciais são muito importantes.

    Regras sobre como empacotar uma versão modificada são aceitáveis, se elas não acabam bloqueando a sua liberdade de liberar versões modificadas. Regras como "se você tornou o programa disponível deste modo, você também tem que torná-lo disponível deste outro modo" também podem ser aceitas, da mesma forma. (Note que tal regra ainda deixa para você a escolha de tornar o programa disponível ou não.) Também é aceitável uma licença que exija que, caso você tenha distribuído uma versão modificada e um desenvolvedor anterior peça por uma cópia dele, você deva enviar uma.

    No projeto GNU, nós usamos "copyleft" para proteger estas liberdades legalmente para todos. Mas também existe software livre que não é copyleft. Nós acreditamos que hajam razões importantes pelas quais é melhor usar o copyleft, mas se o seu programa é free-software mas não é copyleft, nós ainda podemos utilizá-lo.

    Veja Categorias de Software Livre (18k characters) para uma descrição de como "software livre", "software copyleft" e outras categoria se relacionam umas com as outras.

    Às vezes regras de controle de exportação e sansões de comércio podem limitar a sua liberdade de distribuir cópias de programas internacionalmente. Desenvolvedores de software não tem o poder para eliminar ou sobrepor estas restrições, mas o que eles podem e devem fazer é se recusar a impô-las como condições para o uso dos seus programas. Deste modo, as restrições não afetam as atividades e as pessoas fora da jurisdição destes governos.

    Quando falando sobre o software livre, é melhor evitar o uso de termos como "dado" ou "de graça", porque estes termos implicam que a questão é de preço, não de liberdade. Alguns temos comuns como "pirataria" englobam opiniões que nós esperamos você não irá endossar. Veja [frases e palavras confusas que é melhor evitar http://www.gnu.org/philosophy/words-to-avoid.pt.html] para uma discussão desses termos. Nós também temos uma [lista de traduções do termo "software livre" para várias línguas.

    Finalmente, note que critérios como os estabelecidos nesta definição do software livre requerem cuidadosa deliberação quanto à sua interpretação. Para decidir se uma licença se qualifica como de software livre, nós a julgamos baseados nestes critérios para determinar se ela se segue o nosso espírito assim como as palavras exatas. Se uma licença inclui restrições impensadas, nós a rejeitamos, mesmo que nós não tenhamos antecipado a questão nestes critérios. Às vezes um requerimento de alguma licença levanta uma questão que requer excessiva deliberação, incluindo discussões com advogados, antes que nós possamos decidir se o requerimento é aceitável. Quando nós chegamos a uma conclusão sobre uma nova questão, nós frequentemente atualizamos estes critérios para tornar mais fácil determinar porque certas licenças se qualificam ou não.

    Se você está interessado em saber se uma licença em especial se qualifica como uma licença de software livre, veja a nossa lista de licenças. Se a licença com a qual você está preocupado não está listada, você pode nos questionar enviando e-mail para <<licensing (a) gnu org>>. Mais textos para ler

    Outro grupo iniciou o uso do termo software aberto para significar algo próximo (mas não idêntico) a "software livre". Nós preferimos o termo "software livre" porque, uma vez que você tenha aprendido que ele se refere à liberdade e não ao preço, você se preocupará com a questão da liberdade.

     Copyright (C) 1996, 1997, 1998, 1999, 2000 Free Software Foundation, Inc., 51 Franklin St, Fifth Floor, Boston, MA 02110, USA A cópia fiel e a distribuição deste artigo completo é permitida em qualquer meio, desde que esta nota seja preservada. Traduzido por: Fernando Lozano <fernando@lozano.eti.br> 



    Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20051128.html

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