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    Tag placa

    Experiências com Conectiva 7.0 e Windows

    by linuxdicas (09/12/2007 - 18:57)

    Experiências com Conectiva 7.0 e Windows

    Colaboração: Carlos Froldi <<froldi (a) ccuec unicamp br>>

    Estou repassando para vocês uma experiência bem interessante que o Carlos teve em seu micro rodando Windows e Conectiva 7.0. Vale a pena ler...


    Estou escrevendo para descriminar o ocorrido com o meu PC; há mais ou menos 2 meses atrás tive alguns problemas com o cooler do processador, o mesmo deixou de funcionar, e para minha infelicidade eu trabalhei aproximadamente 2 semanas com o meu PC desta forma, quando percebi o que havia acontecido eu troquei o cooler e reinstalei a minha máquina novamente pois o Windows havia acusado problemas neste meio tempo e eu também queria instalar o conectiva 7.0, já que eu tinha um dual boot na minha máquina (Windows 98 e Conectiva 6.0).

    Instalei o Windows 98 e o Linux Conectiva 7.0. Depois de 3 dias utilizando a máquina eu tive problemas com arquivos de registro do Windows ( System.*, User.*, Hymem.*) e o mesmo precisou ser reinstalado para voltar a funcionar, mas sempre que após a instalação o mesmo funcionava no máximo 3 dias, eu tentei de tudo, instalei Windows 98, ME, NT e 2000 (Server, Workstation e Professional). Nenhuma destas instalações durou mais do que 3 dias funcionando.

    Comecei então a desconfiar que o problema causado pelo super aquecimento tinha afetado o meu hardware, mas então por que motivo o meu Conectiva Linux funcionava corretamente e não apresentava nenhum problema? Verifiquei a BIOS do meu micro e encontrei na mesma a funcionalidade que me ajudou a entender o ocorrido. Minha placa mãe é uma PChips 748 LMRT e possui em sua BIOS a função Hardware Monitor que nos possibilita verificar a que voltagens trabalha a placa mãe.

    Nesta opção a bios nos oferece os seguintes controles:

    Temperatura da CPU, Vcc 5 V, Vcc 3,3 V, Vcc 2,5 V e também a velocidade do cooler. (lembrando que apenas podemos visualizar estas opções não podendo assim alterar as mesmas)

    Percebi que a tensão Vcc 3,3 V acusava um valor de 3,52 V e a tensão de 2,5 V acusava uma tensão de 2,75 V. Preocupado entrei em contato com o suporte da empresa PChips, os mesmos me responderam que apesar de ter sido produzida para trabalhar dentro das tensões descritas ( 5, 3,3 e 2,5), existia uma tolerância de variação de tensão e a placa poderia estar trabalhando com estas novas tensões sem maiores problemas e ainda me disseram que se houvesse realmente alguma implicação no funcionamento da placa ao entrar na opção de Hardware Monitor eu seria notificado com uma mensagem de alerta ( o que não está acontecendo!!!).

    Resumindo, mesmo a minha placa não estando com problemas (apenas sofreu alterações nos seus níveis de tensão, o que não impediria o perfeito funcionamento dos seus componentes) o Windows passou a não funcionar mais com a mesma, ou seja se a minha máquina fosse de uso exclusivo da plataforma de sistemas operacionais da Microsoft eu teria que na melhor das hipóteses trocar a placa mãe, pois o Windows não conseguiu se adequar as alterações sofridas na minha placa, enquanto o Linux ( distribuição Conectiva) funciona normalmente como se não tivesse acontecido nada com a minha placa.

    Acredito ser este mais um ponto positivo para o Linux.


    A seguir, uma mensagem do Wanderlei Antonio Cavassin, da Conectiva, esclarecendo mais o assunto:


    Uma explicação plausível é que o Linux executa uma instrução do processador informando-o que ele pode entrar em suspensão quando o mesmo não está sendo utilizado (idle call). Não confundir com os recursos de gerenciamento de energia que o sistema executa depois de um certo tempo.

    Esta chamada do processado ocorre muitas vezes em cada segundo, dependendo é claro do que o sistema está processando. Até onde eu sei, o Windows não executa essa instrução, o que faz com que o processador gaste mais energia e esquente mais.

    Wanderlei Antonio Cavassin Conectiva Linux




    Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20011116.html

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    Ativando placas wireless com o Ndiswrapper

    by linuxdicas (03/12/2007 - 02:52)

    Ativando placas wireless com o Ndiswrapper

    Por Carlos E. Morimoto

    O Ndiswrapper é uma espécie de Wine para drivers de placas de rede wireless. Ele funciona como uma camada de abstração entre driver e o sistema operacional, permitindo que placas originalmente não suportadas no Linux funcionem usando os drivers do Windows.

    Em alguns casos o próprio driver para Windows XP que acompanha a placa funcionará, em outros é preciso usar alguma versão específica do driver. Você pode encontrar várias dicas sobre placas testadas por outros usuários do Ndiswrapper no:

    http://ndiswrapper.sourceforge.net/wiki/index.php/List

    Os drivers para Windows são arquivos executáveis, que servem entre intérpretes entre a placa e o sistema operacional. Eles contém o firmware da placa e outras funções necessárias para fazê-la funcionar. Cada placa é diferente, por isso os drivers de uma não funcionam na outra mas, todos os drivers conversam com o sistema operacional usando uma linguagem específica de comandos. Ou seja, do ponto de vista do sistema operacional todos os drivers são parecidos.

    O Ndiswrapper consegue executar o driver e "conversar" com ele usando esta linguagem. Ele trabalha como um intérprete, convertendo os comandos enviados pelo Kernel do Linux em comandos que o driver entende e vice-versa. O Kernel acha que está conversando com uma placa suportada, o driver acha que está rodando dentro de um sistema Windows e a placa finalmente funciona, mesmo que o fabricante não tenha se dignado a escrever um driver nativo.

    O Ndiswrapper não funciona com todas as placas e em outras alguns recursos como o WPA não funcionam, mas na maior parte dos casos ele faz um bom trabalho.

    A página do projeto é a:

    http://ndiswrapper.sourceforge.net

    Muitas distribuições já trazem o Ndiswrapper instalado por padrão, como o Kurumin e o Mandrake 10 em diante. Nestes casos você pode pular este tópico sobre a instalação e ir direto para a configuração. Procure pelo pacote "ndiswrapper" no gerenciador de pacotes.

    Instalando

    Na página você encontrará apenas um pacote com o código fonte. Como o Ndiswrapper precisa de um módulo instalado no Kernel, seria complicado para os desenvolvedores manter versões para muitos distribuições diferentes. Assim como no caso dos softmodems, para compilar o pacote você precisa ter instalados os pacotes kernel-headers e/ou kernel-source e os compiladores. A versão mais recente pode ser baixada no:

    http://sourceforge.net/projects/ndiswrapper/

    Descompacte o arquivo e acesse a pasta que será criada. Para compilar e instalar, basta rodar o comando:

     # make install 

     

    (como root)

    O Ndiswrapper é composto de basicamente dois componentes. Um módulo, o ndiswrapper.ko (ou ndiswrapper.o se você estiver usando uma distribuição com o Kernel 2.4), que vai na pasta "/lib/modules/2.x.x/misc/" e um executável, também chamado "ndiswrapper", que é usado para configurar o driver, apontar a localização do driver Windows que será usado, etc.

    Se por acaso você estiver usando uma distribuição que já vem com o Ndiswrapper instalado, você deve primeiro remover o pacote antes de instalar uma versão mais atual. Caso a localização do módulo ou do executável no pacote da distribuição seja diferente, pode acontecer de continuar sendo usado o driver antigo, mesmo depois que o novo for instalado.

    Configurando

    Depois de instalar o Ndiswrapper, o próximo passo é rodar o comando "depmod -a" (como root) para que a lista de módulos do Kernel seja atualizada e o novo módulo seja realmente instalado. Isto deve ser feito automaticamente pelo script de instalação, é apenas uma precaução.

    Antes de ativar o Ndiswrapper você deve apontar a localização do arquivo .inf dentro da pasta com os drivers para Windows para a sua placa. Em geral os drivers para Windows XP são os que funcionam melhor, seguidos pelos drivers para Windows 2000. Você pode usar os próprios drivers incluídos no CD de instalação da placa. Se eles não funcionarem, experimente baixar o driver mais atual no site do fabricante, ou pesquisar uma versão de driver testada no ndiswapper no:

    http://ndiswrapper.sourceforge.net/wiki/index.php/List

    Para carregar o arquivo do driver rode o comando "ndiswrapper -i", seguido do caminho completo para o arquivo, como em:

     # ndiswrapper -i /mnt/hda6/Driver/WinXP/GPLUS.inf 

     

    Rode agora o comando "ndiswrapper -l" para verificar se o driver foi mesmo ativado. Você verá uma lista como:

     Installed ndis drivers: gplus driver present, hardware present 

     

    Com o driver carregado, você já pode carregar o módulo com um:

     # modprobe ndiswrapper 

     

    Se tudo estiver ok, o led da placa irá acender, indicando que ela está ativa. Agora falta apenas configurar os parâmetros da rede Wireless que veremos adiante.

    Se a placa não for ativada, você ainda pode tentar uma versão diferente do driver. Neste você precisa primeiro descarregar o primeiro driver. Rode o ndiswrapper -l para ver o nome do driver e em seguida descarregue-o com o comando "ndiswrapper -e".

    No meu caso por exemplo o driver se chama "gplus" então o comando fica:

     # ndiswrapper -e gplus 

     

    Para que a configuração seja salva e o Ndiswrapper seja carregado durante o boot, você deve rodar o comando:

     # ndiswrapper -m 

     

    E em seguida adicionar a linha "ndiswrapper" no final do arquivo "/etc/modules", para que o módulo seja carregado no boot.


    Gostou da dica? Veja a agenda de cursos presenciais com Carlos E. Morimoto em Porto Alegre e São Paulo

    • Curso: Redes e Servidores Linux (com Carlos E. Morimoto) Em Porto Alegre, início dia 04/07

       

    • Curso: Programando em Shell Script (com Júlio Cezar Neves) Em Porto Alegre, início dia 11/07



    Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20050624.html

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    Usando o Kismet

    by linuxdicas (02/12/2007 - 17:17)

    Usando o Kismet

    Colaboração: Carlos E. Morimoto

    O Kismet é uma ferramenta poderosa, que pode ser usado tanto para checar a segurança de sua própria rede wireless, quanto para checar a presença de outras redes próximas e assim descobrir os canais que estão mais congestionados (configurando sua rede para usar um que esteja livre) ou até mesmo invadir redes. O Kismet em sí não impõe restrições ao que você pode fazer. Assim como qualquer outra ferramenta, ele pode ser usado de forma produtiva ou destrutiva, de acordo com a índole de quem usa.

    A página do projeto é a: http://www.kismetwireless.net/.

    A principal característica do Kismet é que ele é uma ferramenta passiva. Ao ser ativado, ele coloca a placa wireless em modo de monitoramento (rfmon) e passa a escutar todos os sinais que cheguem até sua antena. Mesmo pontos de acesso configurados para não divulgar o ESSID ou com a encriptação ativa são detectados.

    Como ele não transmite pacotes, apenas escuta as transmissões, todo o processo é feito sem prejudicar as redes vizinhas e de forma praticamente indetectável. A principal limitação é que, enquanto está em modo de monitoramento, a placa não pode ser usada para outros fins. Para conectar-se a uma rede, você precisa primeiro parar a varredura.

    Esta questão da detecção dos pontos de acesso com o ESSID desativado é interessante. Não é possível detectá-los diretamente, pois eles não respondem a pacotes de broadcast (por isso eles não são detectados por programas como o Netstumbler), mas o Kismet é capaz de detectá-los quando um cliente qualquer se associa a eles, pois o ESSID da rede é transmitido de forma não encriptada durante o processo de associação do cliente.

    A partir daí, o Kismet passa a capturar todos os pacotes transmitidos. Caso a rede esteja encriptada, é possível descobrir a chave de encriptação usando o aircrack (que veremos a seguir), permitindo tanto escutar as conexões, quanto ingressar na rede.

    Como o Kismet é uma das ferramentas mais usadas pelos crackers, é sempre interessante usá-lo para verificar a segurança da sua própria rede. Tente agir como algum vizinho obstinado agiria, capturando os pacotes ao longo de alguns dias. Verifique a distância de onde consegue pegar o sinal de sua rede e quais informações consegue descobrir. Depois, procure meios de reforçar a segurança da rede e anular o ataque.

    Por ser uma ferramenta popular, ele está disponível na maioria as distribuições. Algumas, como o Knoppix (a partir da versão 3.7), já o trazem instalado por padrão.

    Nas distribuições derivadas do Debian, você pode instalá-lo via apt-get:

     # apt-get install kismet 

     

    Antes de ser usar, é preciso configurar o arquivo "/etc/kismet/kismet.conf", especificando a placa wireless e o driver usado por ela, substituindo a linha:

     source=none,none,addme 

     

    Por algo como:

     source=madwifi_ag,ath0,atheros 

     

    ... onde o "madwifi_ag" é o driver usado pela placa (que você pode verificar usando o comando lspci). Na documentação do Kismet o driver é chamado de "capture source", pois é a partir dele que o Kismet obtém os pacotes recebidos.

    o "ath0" é a interface (que você vê através do comando ifconfig) e o "atheros" é um apelido para a placa (que você escolhe), com o qual ela será identificada dentro da tela de varredura.

    Isto é necessário, pois o Kismet precisa de acesso de baixo nível ao hardware. Isto faz com que a compatibilidade esteja longe de ser perfeita. Diversas placas não funcionam em conjunto com o Kismet, com destaque para as placas que não possuem drivers nativos e precisam ser configurados através do ndiswrapper. Se você pretende usar o Kismet, o ideal é pesquisar antes de comprar a placa. Naturalmente, para que possa ser usada no Kismet, a placa precisa ter sido detectada pelo sistema, com a ativação dos módulos de Kernel necessários. Por isso, prefira sempre usar uma distribuição recente, que traga um conjunto atualizado de drivers. O Kurumin e o Kanotix estão entre os melhores neste caso, pois trazem muitos drivers que não vem pré instalados em muitas distribuições.

    Você pode ver uma lista detalhada dos drivers de placas wireless disponíveis e como instalar manualmente cada um deles no meu livro Linux Ferramentas Técnicas.

    Veja uma pequena lista dos drivers e placas suportados no Kismet 2006-04-R1:

    • acx100: O chipset ACX100 foi utilizado em placas de diversos fabricantes, entre eles a DLink, sendo depois substituído pelo ACX111. O ACX100 original é bem suportado pelo Kismet, o problema é que ele trabalha a 11 megabits, de forma que não é possível testar redes 802.11g.

       

    • admtek: O ADM8211 é um chipset de baixo custo, encontrado em muitas placas baratas. Ele é suportado no Kismet, mas possui alguns problemas. O principal é que ele envia pacotes de broadcast quando em modo monitor, fazendo com que sua varredura seja detectável em toda a área de alcance do sinal. Qualquer administrador esperto vai perceber que você está capturando pacotes.

       

    • bcm43xx: As placas com chipset Broadcom podiam até recentemente ser usadas apenas no ndiswrapper. Recentemente, surgiu um driver nativo (http://bcm43xx.berlios.de) que passou a ser suportado no Kismet. O driver vem incluído por padrão a partir do Kernel 2.6.17, mas a compatibilidade no Kismet ainda está em estágio experimental.

       

    • ipw2100, ipw2200, ipw2915 e ipw3945: Estes são os drivers para as placas Intel, encontrados nos notebooks Intel Centrino. O Kismet suporta toda a turma, mas você precisa indicar o driver correto para a sua placa entre os quatro.

    O ipw2000 é o chipset mais antigo, que opera a 11 megabits; o ipw2200 é a segunda versão, que suporta tanto o 8011.b, quanto o 802.11g; o ipw2915 é quase idêntico ao ipw2200, mas suporta também o 802.11a, enquanto o ipw3945 é uma versão atualizada, que é encontrada nos notebooks com processadores Core Solo e Core Duo.

    madwifi_a, madwifi_b, madwifi_g, madwifi_ab e madwifi_ag: Estes drivers representam diferentes modos de operação suportados pelo driver madwifi (http://sourceforge.net/projects/madwifi/), usado nas placas com chipset Atheros. Suportam tanto o driver madwifi antigo, quanto o madwifi-ng.

    Usando os drivers madwifi_a, madwifi_b ou madwifi_g, a placa captura pacotes apenas dentro do padrão selecionado (o madwifi_a captura apenas pacotes de redes 802.11a, e assim por diante). O madwifi_g é o mais usado, pois captura simultaneamente os pacotes de redes 802.11b e 802.11g. O madwifi_ag, por sua vez, chaveia entre os modos "a" e "g", permitido capturar pacotes de redes que operam em qualquer um dos três padrões, mas num ritmo mais lento, devido ao chaveamento.

    rt2400 e rt2500: Estes dois drivers dão suporte às placas com chipset Ralink, outro exemplo de chipset de baixo custo que está se tornando bastante comum. Apesar de não serem exatamente "placas de alta qualidade", as Ralink possuem um bom suporte no Linux, graças em parte aos esforços do próprio fabricante, que abriu as especificações e fornece placas de teste para os desenvolvedores. Isto contrasta com a atitude hostil de alguns fabricantes, como a Broadcom e a Texas (que fabrica os chipsets ACX).

    rt8180: Este é o driver que oferece suporte às placas Realtek 8180. Muita gente usa estas placas em conjunto com o ndiswrapper, mas elas possuem um driver nativo, disponível no http://rtl8180-sa2400.sourceforge.net/. Naturalmente, o Kismet só funciona caso seja usado o driver nativo.

    prism54g: Este driver dá suporte às placas com o chipset Prism54, encontradas tanto em versão PCI ou PCMCIA, quanto em versão USB. Estas placas são caras e por isso relativamente incomuns no Brasil, mas são muito procuradas entre os grupos que fazem wardriving, pois as placas PCMCIA são geralmente de boa qualidade e quase sempre possuem conectores para antenas externas, um pré-requisito para usar uma antena de alto ganho e assim conseguir detectar redes distantes.

    orinoco: Os drivers para as placas com chipset Orinoco (como as antigas Orinoco Gold e Orinoco Silver) precisam de um conjunto de patches para funcionar em conjunto com o Kismet, por isso acabam não sendo placas recomendáveis. Você pode ver detalhes sobre a instalação dos patches no http://www.kismetwireless.net/HOWTO-26_Orinoco_Rfmon.txt.

    Depois de definir o driver, a interface e o nome no "/etc/kismet/kismet.conf", você pode abrir o Kismet chamando-o como root:

     # kismet 

     

    Inicialmente, o Kismet mostra as redes sem uma ordem definida, atualizando a lista conforma vai descobrindo novas informações. Pressione a tecla "s" para abrir o menu de organização, onde você pode definir a forma como a lista é organizada, de acordo com a qualidade do canal, volume de dados capturados, nome, etc. Uma opção comum (dentro do menu sort) é a "c", que organiza a lista baseado no canal usado por cada rede.

    Por padrão, o Kismet chaveia entre todos os canais, tentando detectar todas as redes disponíveis. Neste modo, ele captura apenas uma pequena parte do tráfego de cada rede, assim como você só assiste parte de cada programa ao ficar zapiando entre vários canais da TV.

    Selecione a rede que quer testar usando as setas e pressione "shift + L" (L maiúsculo) para travá-lo no canal da rede especificada. A partir daí ele passa a concentrar a atenção numa única rede, capturando todos os pacotes transmitidos:

    Você pode também ver informações detalhadas sobre cada rede selecionando-a na lista e pressionando enter. Pressione "q" para sair do menu de detalhes e voltar à tela principal.

    Outro recurso interessante é que o Kismet avisa sobre "clientes suspeitos", micros que enviam pacotes de conexão para os pontos de acesso, mas nunca se conectam a nenhuma rede, indício de que provavelmente são pessoas fazendo wardriving ou tentando invadir redes. Este é o comportamento de programas como o Netstumbler (do Windows). Micros rodando o Kismet não disparam este alerta, pois fazem o scan de forma passiva:

     ALERT: Suspicious client 00:12:F0:99:71:D1 - probing networks but never participating. 

     

    O Kismet gera um dump contendo todos os pacotes capturados, que vai por padrão para a pasta "/var/log/kismet/". A idéia é que você possa examinar o tráfego capturado posteriormente usando o Ethereal. O problema é que, ao sniffar uma rede movimentada, o dump pode se transformar rapidamente num arquivo com vários GB, exibindo que você reserve bastante espaço no HD.

    Um dos maiores perigos numa rede wireless é que qualquer pessoa pode capturar o tráfego da sua rede e depois examiná-lo calmamente em busca de senhas e outros dados confidenciais transmitidos de forma não encriptada. O uso do WEP ou outro sistema de encriptação minimiza este risco, pois antes de chegar aos dados, é necessário quebrar a encriptação.

    Evite usar chaves WEP de 64 bits, pois ele pode ser quebrado via força bruta caso seja possível capturar uma quantidade razoável de pacotes da rede. As chaves de 128 bits são um pouco mais seguras, embora também estejam longe de ser inquebráveis. Em termos se segurança, o WPA está à frente, mas usá-lo traz problemas de compatibilidade com algumas placas e drivers.

    Sempre que possível, use o SSH, SSL ou outro sistema de encriptação na hora de acessar outras máquinas da rede ou baixar seus e-mails.

    No Guia "Acesso Remoto: SSH, FreeNX e VNC", vemos como é é possível criar um túnel seguro entre seu micro e o gateway da rede, usando o SSH, permitindo assim encriptar todo o tráfego. Ele está disponível no:


    Gostou da dica? Venha fazer um curso com o autor:

    Curso: Redes e servidores Linux

    Com Carlos E. Morimoto

    Em São Paulo, de 29/05 a 03/06 (intensivo, com aulas à tarde)

    Este é um curso sobre a configuração de servidores Linux. Nele você aprende a configurar cada serviço diretamente nos arquivos de configuração ou utilizando ferramentas genéricas, sem se prender a uma única distribuição. Os exemplos dados durante o curso usam como base o Debian e Fedora, com dicas de peculiaridades do Mandriva, Slackware, Kurumin e Ubuntu.

    Este é um curso intensivo, onde você passa menos tempo vendo teoria e opções pouco usadas e mais tempo aprendendo a resolver problemas do dia a dia. O formato das aulas permite que sejam abordados uma grande quantidade de temas numa única semana, oferecendo uma visão global dos recursos disponíveis e onde eles podem ser aplicados. Ao invés de fazer um curso sobre o Squid, outro sobre o Samba, outro sobre o Apache, etc., você aprende muitas coisas de uma única vez, economizando tempo e dinheiro.

    Nesta turma do dia 29/05, combinou do curso de redes e o curso para iniciantes serem ministrados na mesma semana: o curso para iniciantes de segunda a sexta, das 8:00 às 11:00, e o curso de redes das 12:30 às 18:00. Fazendo o curso de redes, você tem acesso também às aulas para iniciantes e pode fazer os dois cursos simultaneamente (pagando apenas um), e assim aproveitar para tirar todas as dúvidas.

    Veja mais detalhes sobre a programação de cursos, temas abordados, preços e formas de pagamento no:

    http://guiadohardware.net/cursos/

    Todas as aulas do curso de redes são ministradas pelo próprio Carlos Morimoto, o que garante o nível do curso. Nada de aulas inaugurais e mutretas do gênero :)




    Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20060509.html

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    Configurando uma placa EDGE/whifi pcmcia GC89 SonyEricsson

    by linuxdicas (01/12/2007 - 19:16)

    Configurando uma placa EDGE/whifi pcmcia GC89 SonyEricsson

    Colaboração: Marcos André Magalhães

    Como um bom geek, compro sempre alguns brinquedos novos, o ultimo foi uma placa pcmcia SonyEricsson GPRS/wifi, e como todo desbravador tive que garimpar como fazer a plaquinha funcionar.

    vamos primeiro configurar o whifi. Essa placa usa um chipset broadcom bcm43xx bastante comum para faze-la funcionar é necessário instalar um pacote.

     #apt-get install bcm43xx-fwcutter 

     

    este pacote vai baixar e extrair os firmwares necessários para a placa, mas se como eu vc ainda não estiver conectado "afinal vc ainda esta configurando a placa :)" não se preocupe instale-o assim mesmo, ignore o erro, procure no cd de instalação da placa o arquivo bcmwl5.sys copie em algum lugar e extraia o firmware com o seguinte comando:

     #bcm43xx-fwcutter -w /lib/firmware bcmwl5.sys 

     

    Tcharam !!! vc tem sua placa de rede funcionando, para testar a coisa toda digite iwconfig, a saida do comando será mais ou menos assim:

     eth3 IEEE 802.11b/g ESSID:off/any Nickname:"Broadcom 4306" Mode:Managed Frequency=2.484 GHz Access Point: Invalid Bit Rate=1 Mb/s Tx-Power=15 dBm RTS thr:off Fragment thr:off Encryption key:off Link Quality:0 Signal level:0 Noise level:0 Rx invalid nwid:0 Rx invalid crypt:0 Rx invalid frag:0 Tx excessive retries:0 Invalid misc:0 Missed beacon:0 

    Agora é so configurar a rede wireless, como isso já é muito batido não vou mostrar nesse artigo, agora vamos ao GPRS.

    Bom aqui é que eu tive um pouco mais de dificuldade já que as informações eram desencontradas, tive que ir testando opções pra chegar na melhor configuração. muito obrigado minicom ;)

    Crie um arquivo em /etc/ppp/peers,

     # vim /etc/ppp/peers/mobile /dev/ttyS0 # Use a porta que seu sistema designou para o dispositivo, vc pod # e usar o dmesg para descobri-la 57600 defaultroute usepeerdns nodetach crtscts lock noauth local debug persist remotename '' user 'usuário_do_seu_provedor' password 'password' show-password lcp-echo-interval 0 # don't bother with echo requests, since # t-mobile doesn't effing bother sending them back! lcp-restart 1 # one-second resend connect '/usr/sbin/chat -v -V -t3 -f /etc/ppp/chat-gc89' disconnect '/usr/sbin/chat -v -V -t3 -f /etc/ppp/chat-gc89-disconnect' # vim /etc/ppp/chat-gc89 SAY 'trying to connect...n' SAY 'n' ABORT 'NO DIAL TONE' ABORT 'NO ANSWER' ABORT DELAYED SAY 'Initializing modemn' "" AT+cfun=1 OK AT+cfun=1 OK AT+cgreg=1 OK AT "" AT+CSQ SAY 'n' SAY 'Setting APNn' OK 'AT+CGDCONT=1,"IP","Aqui vc coloca a APN da sua operadora"' SAY 'n' SAY 'Dialing...n' OK ATDT*99***1# CONNECT " " # vim /etc/ppp/chat-gc89-disconnect "" "K" "" "+++ATH0" SAY "Disconnected." 

    agora Cruze os dedos e faça #pon mobile se tudo estiver certo vc estará conectado via GPRS.

    Neste exato momento estou submetendo esta dica diretamente da ilha de itamaracá/PE deitado na minha rede a beira mar, obvio usando GPRS.

    Referencias

    http://advantedgecomputing.com/opensource/gc83linux.html http://linuxdevcenter.com/pub/a/linux/2004/02/05/linux_cellular.html http://www.dicas-l.com.br/dicas-l/20070503.php

    Marcos André Magalhães - SWT Consultoria

     


    Intel anuncia utilitário PowerTOP para Linux

    Fonte: Notícias Linux

    O que está comendo a bateria do meu laptop Linux? Que componente de software causa mais uso de energia? Estas são importantes questões sem uma boa resposta... até agora. A Intel anunciou a ferramenta PowerTOP, um programa que coleta vários pedaços de informação de seu sistema e apresenta uma visão geral de quão bem seu laptop está em termos de economia de energia. Inúmeras aplicações, como Firefox, Evolution e Gaim (agora Pidgin) foram modificadas pela Intel para ajudar a consumir menos energia e espera-se que sejam integrados às árvores principais ou pelas distros.

    A ferramenta: http://www.linuxpowertop.org/

    Fonte: http://www.osnews.com/story.php/17898/Intel-Announces-the-PowerTOP-Utility-for-Linux

    Comente: http://www.noticiaslinux.com.br/nl1179108456.html#comentarios




    Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20070516.html

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    Configurando a velocidade de sua placa de rede

    by linuxdicas (21/11/2007 - 22:36)

    Configurando a velocidade de sua placa de rede

    Colaboração: Rodrigo Pace de Barros

    Configurar a velocidade em que uma placa de rede funciona é simples. Para fazê-lo em ambientes que utilizem RedHat (ou sistemas operacionais provenientes dele, como o CentOS), deve-se utilizar o comanto ethtool da seguinte forma:

    Como root, digite:

     ethtool -s <Placa> speed <Veloc> duplex <Multplx> autoneg <on|off> 

     

    onde

    • <Placa>: Placa de rede que se deseja alterar a velocidade.

       

    • <Veloc>: Velocidade utilizada nesta configuração. Pode ser 10/100 e até 1000 dependendo da placa. Normalmente coloca-se off quando a configuração original da placa é alterada.

       

    • <Multplx>: Indica se a placa trabalhará em half-duplex ou full-duplex. Para configurarmos como full-duplex, utilize a string "duplex". Para configurar como half-duplex, utilize a string "half".

       

    • <on|off>: indica se a placa terá a capacidade de auto negociar a sua velocidade com o switch. Normalmente utiliza-se o "off" quando alteramos as configurações de velocidade e multiplexação da placa.

    Assim, caso seja necessário configurar a placa eth0 em 100 full-duplex, utilze o comando:

     ethtool -s eth0 speed 100 duplex full autoneg off 

     

    Para que estas configurações sejam permanentes no sistema, deve-se editar o arquivo de configuração que gerencia estas informações.

    Acesse o diretório onde os arquivos de configuração das placas de rede se encontram:

     # cd /etc/sysconfig/network-scripts 

     

    Dentro deste diretório existirá um arquivo por interface de rede. Assim, caso você tenha em seu computador 2 interfaces "eth", você terá os seguintes arquivos:

    • ifcfg-eth0
    • ifcfg-eth1

    Claro que existirá o arquivo para a interface de loopback, denominada "ifcfg-lo". Porém esta não será vista aqui.

    Para configurar a velocidade nas placas de rede, edite o arquivo desejado:

     # vi ifcfg-eth0 

     

    e insira nele a seguinte linha:

     ETHTOOL_OPTS="autoneg <no|off> speed <Veloc> duplex <Multplx>" 

     

    Assim, caso seja necessário configurar a placa eth0 em 100 full-duplex, utilze a string:

     ETHTOOL_OPTS="autoneg off speed 100 duplex full" 

     




    Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20060915.html

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    Instalação Linux em Modo Kickstart

    by linuxdicas (20/11/2007 - 05:41)

    Instalação Linux em Modo Kickstart

    Colaboração: Rubens Queiroz de Almeida

    1. Introdução

    É possível se fazer a instalação do Linux de forma automatizada, onde o programa de instalação obtém a resposta para a maioria das perguntas a partir de um arquivo de configuração. Desta forma o administrador pode obter um ganho considerável de tempo na instalação e configuração de um grande número de estações de trabalho Linux.

    Esta modalidade de instalação chama-se kickstart. O administrador de sistemas cria um arquivo de configuração onde são especificadas todas as opções de instalação como tipo de placa de rede, teclado, pacotes a serem instalados, número IP da estação e do gateway, endereço IP do servidor de nomes e várias outras alternativas.

    Este documento discute um subconjunto das opções disponíveis de instalação através do modo kickstart. Para maiores informações consultar o guia de instalação do Red Hat Linux, apêndice H (http://www.dicas-l.com.br/linux/rhl-instguide.pdf) Outra fonte útil de referência é o documento Kickstart-HOWTO distribuído juntamente com sistemas Red Hat Linux (/usr/doc/HOWTO).

    2. Quando usar?

    A opção kickstart de instalação do Red Hat Linux e derivados é interessante quando o administrador de redes necessita configurar um grande número de máquinas que possuem uma configuração de hardware semelhante. Desta forma a maior parte da instalação transcorre sem a necessidade de intervenção humana e apenas os ajustes finais são feitos manualmente.

    Como exemplo podemos citar a configuração de equipamentos em laboratórios de ensino, pré-instalação do Linux em máquinas recém-adquiridas antes da entrega ao usuário final e realização de upgrades de versão.

    3. Arquivo de configuração

    O arquivo onde são especificadas todas as opções para instalação do sistema Linux chama-se ks.cfg. Linhas iniciadas em # são tratadas como comentários. O arquivo abaixo foi utilizado para instalação do Conectiva Red Hat Linux em um micro IBM/PC 486. 66MHZ, 32 MB de memória:

     lang pt_BR network --bootproto static --ip 143.106.20.73 --netmask 255.255.255.192 --gateway 143.106.20.65 cdrom device ethernet ne --opts "io=0x300, irq 5" keyboard br-abnt2 zerombr yes clearpart --all part / --size 500 --grow part swap --size 64 install mouse --kickstart generic3ps/2 --emulthree timezone --utc Brazil/East xconfig --server "SVGA" --monitor "lg studioworks 55i" rootpw --iscrypted a1veRaxg0oW/. lilo --location mbr %packages @workstation %post # acrescentar comentário ao arquivo /etc/motd echo Sistema Instalado em modo Kickstart em ""< }/bin/date""{ > > /etc/motd # acrescentar diretiva search ao arquivo /etc/resolv.conf echo search unicamp.br ccuec.unicamp.br 

    Vamos agora analisar as opções selecionadas:

    lang pt_BR

    Esta opção seleciona o idioma de instalação, português do Brasil

    network --bootproto static|dhcp|bootp --ip 143.106.20.73 --netmask 255.255.255.192 --gateway 143.106.20.65

    Aqui temos as opções de configuração IP da máquina. O endereço IP é atribuído estaticamente, sem o uso de servidores DHCP. O endereço IP da máquina é 143.106.20.73, sua máscara de rede é 255.255.255.192 e o gateway da rede onde esta estação de trabalho se encontra é 143.106.20.65.

    cdrom|nfs --server nome.do.servidor --dir /caminho/da/imagem/redhatlinux

    A instalação será feita a partir de um cdrom

    device ethernet ne --opts "io=0x300, irq 5"

    A placa de rede é do tipo ne2000 ou compatível e está configurada para utilizar o endereço 0x300 e a interrupção de número 5. Esta informação pode ser obtida através do disquete de configuração normalmente distribuído com a placa de rede.

    keyboard br-abnt2

    Tipo de teclado. Esta opção, br-abnt2, é a utilizada pelos teclados nacionais. Normalmente apenas o Conectiva Red Hat Linux suporta esta opção.

    zerombr yes|no

    Indica se o MBR (Master Boot Record) deve ser totalmente apagado. Esta opção é a recomendada para novas instalações. Em máquinas onde existam partições válidas que se queira preservar utilizar ``zerombr no''.

    clearpart --all|linux

    Sinaliza se todas as partições existentes no equipamento devem ser apagadas.

    part / --size 500 --grow

    A diretiva part faz a alocação das partições de seu sistema Linux. Neste caso está sendo alocada a partição root com tamanho de 500MB. A diretiva --grow indica que, se ao final do processo de alocação de todas as partições ainda restar algum espaço livre, este espaço será acrescido ao tamanho especificado originalmente.

    part swap --size 64

    Esta diretiva aloca o espaço de swap

    install|upgrade

    Será feita uma nova instalação (ou um upgrade)

    mouse --kickstart generic3ps/2 --emulthree

    Especificação do mouse, tipo PS/2, com dois botões, com suporte à emulação de três botões.

    timezone --utc Brazil/East

    Região geográfica

    xconfig --server "SVGA" --monitor "lg studioworks 55i"

    Especificação do tipo de placa de vídeo e monitor

    rootpw --iscrypted a1veRaxg0oW/.

    A senha do usuário root pode ser incluída de forma encriptada, como acima, ou não. A senha, caso criptografada deve ser precedida da diretiva --iscrypted.

    lilo --location mbr

    O LILO (Linux Loader) será instalado no registro mestre de boot (MBR). Este é o default.

    @workstation|@server

    Neste seção especificamos os pacotes a serem instalados. Podemos fazer uma especificação mais genérica, como em nosso exemplo, ou especificar separadamente cada pacote que desejamos instalar. No Conectiva Linux versão 4.0 são os seguintes os valores possíveis, além dos já especificados acima:

     Base X Window System Mail/WWW/News Tools File Managers X multimedia support Console Multimedia Networked Workstation Dialup Workstation KDE 

    Na especificação no arquivo ks.cfg preceder os valores acima do caracter ``@''.

    Incluir nesta seção os comandos que você deseja executar após o fim da instalação. Exemplo:

     # acrescentar comentário ao arquivo /etc/motd echo Sistema Instalado em modo Kickstart em ""< }/bin/date""{ > > /etc/motd # acrescentar diretiva search ao arquivo /etc/resolv.conf echo search unicamp.br ccuec.unicamp.br 

    4. Como Instalar em modo Kickstart

    4.1. Através do disquete de boot

    Para utilizar o disquete de boot basta copiar o arquivo ks.cfg criado para o disquete de boot. No Linux isto pode ser feito através do comando mcopy visto que este disquete está no formato MS-DOS (FAT). A cópia pode também ser feita a partir de um sistema DOS.

    Isto feito, inserir o disquete no drive a: de seu computador. Ao aparecer o prompt

    boot: linux ks=floppy

    A partir deste ponto, se o seu arquivo ks.cfg estiver especificado corretamente, toda a instalação transcorrerá automaticamente.

    4.2. Através da Rede

    A instalação via rede requer a configuração de um servidor DHCP ou Bootp a partir do qual a estação de trabalho obtém suas informações de rede e a localização do arquivo kickstart. De posse destas informações o cliente tentará montar via NFS o sistema de arquivos com as informações que precisa. Esta opção de instalação será abordada em maiores detalhes nas próximas versões deste documento.

    5. Geração Automática do Arquivo ks.cfg

    O pacote mkkickstart permite a criação automática do arquivo ks.cfg. Este programa obtém a configuração de seu sistema automaticamente e cria um arquivo ks.cfg apropriado. É recomendável que o arquivo ks.cfg gerado seja examinado para verificar se todos os parâmetros codificados estão adequados.

    O pacote mkkickstart pode ser encontrado em

    http://ftp.unicamp.br/pub/conectiva/conectiva/RPMS/mkkickstart-1.2-2cl.noarch.rpm




    Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/19990922.html

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    Atualização do Suse sem Internet.

    by linuxdicas (20/11/2007 - 04:11)

    Atualização do Suse sem Internet.

    Colaboração: ALESSANDRO DE OLIVEIRA FARIA - CABELO

    Redigi no tutorial abaixo como criar um CD de atualização do SUSE Linux e o utilizar para corrigir o suporte do sistema ao seu equipamento com sistema operacional Linux-Suse.

    Ao instalar o Suse 9.1 Professional em meu notebook DELL LATITUDE 100L, fiquei frustrado ao constatar que a minha placa de rede Broadcom 440x 10/100 não foi identificado automaticamente durante a instalação. Longe da minha pessoa querer denegrir o suporte de equipamentos DELL na plataforma LINUX. Entretanto a resposta obtida pelo suporte foi:

    "Para esclarecer o escopo do suporte, informamos que podemos suportar o equipamento com o S.O de fabrica; Em relaçao ao Linux, não responder de acordo na NIC, infelizmente nao temos o driver para Linux disponível, mas para poder auxilia-lo em uma busca para download do driver, o modelo da placa e Broadcom 4401 network adapter;"

    Percebi que havia 2 opções. Colocar a mão na massa ou pagar pelo suporte da Suse (muito justo). Entretanto conclui que poderia efetuar o download da atualização de todo o sistema operacional assim criando CD e/ou DVD de atualização. Sendo que uma vez eu não teria como acessar a internet em função do não funcionamento da minha placa de rede.

    Portando este documento contempla passo a passo como efetuar a atualização a partir do CD:

    Em primeiro lugar encontre um mirror de download da Suse. Após definir o mirror, efetue o download do mesmo.

     # wget -r http://python.planetmirror.com/ftp/suse/ 

     

    Concluindo o download, grave todo o conteúdo em um CD ou DVD. Não entrarei em detalhes de como efetuar esta gravação, pois não é o objetivo desde documento. Mesmo porque existe inúmero artigos que mencionam esta tarefa.

    Agora execute o Yast e entre na opção ATUALIZAÇÃO CD PATCH

    Agora vamos definir a fontes de instalação selecionando a opção "USER-DEFINED LOCATION" conforme a figura abaixo:

    Selecione o tipo de endereço como "DIRECTORY" como ilustra a figura:

    Informe a localização da atualização e clique em OK. No meu caso, copiei todo o conteúdo para a minha pasta home.

    Se tudo estiver correto, obteremos uma tela semelhante a figura abaixo:

    Clique em PRÓXIMO para iniciar a verificação dos pacotes que precisam ser atualizados.

    Após a verificação, será exibido um resumo das atualizações a serem executadas.

    Clique em ACEITAR para iniciar o processo de atualização.

    Após alguns minutos, todo o processo será concluído, Pressione o botão FECHAR e reinicialize o sistema. Constatei que após o boot, a minha placa de rede passou a funcionar, e outros módulos do kernel foram atualizado e novos pacote foram incluidos.

    Tudo isto de forma simples e transparente. Não precisei baixar nenhum fonte para compilar e com isto o serviço de atualização ficou o mais limpo possível.

    Espere que este tutorial ajude muitos usuários que migraram para o Suse e logo de cara enfrentam incompatibilidade/bug de hardware.

    Autor: Alessandro de Oliveira Faria (<alessandrofaria (a) netitec com br>)




    Fonte: http://www.dicas-l.com.br/print/20041220.html

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